Nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, o Ministro das Comunicações Paulo Bernardo afirmou que o setor de telecomunicações no Brasil teve diversos avanços como menores valores e transparência nos serviços de roaming internacional e transferência de dados.

Ao considerar os preços do roaming, o ministro informou que haverá negociações para chegar a um censo comum para as operadoras de telefonia e consumidores.

Outra abordagem feita por Paulo Bernardo durante a WCIT-12 (Conferência Mundial de Telecomunicações Internacionais) em Dubai foi relacionada com a instalação de um ponto de troca de tráfego internacional na América Latina.

Com isso, será possível um menor tempo de trânsito para o envio de dados e de acesso à internet além de custos bem menores para as conexões que ficam com os Estados Unidos – local mais próximo de ponto de tráfego na atualidade – em US$500 milhões por ano.

Por Ana Camila Neves Morais


O mercado de celulares apresenta plena expansão no Brasil, pois vários são os brasileiros que possuem um ou mais aparelhos ofertados pelas mais distintas operadoras. Além de utilizar o sistema para conversação, a população faz uso de aplicativos e outros recursos correlatos, tais como envio de torpedos, download de músicas, entre outros.

O faturamento de gastos provenientes dos serviços de dados aumentou 54,5% no Brasil em 2010, dos anteriores R$ 1,8 bilhão no segundo trimestre de 2009 para os atualizados R$ 2,8 bilhões. Dados divulgados pelas consultorias Teleco e Acision por meio do Projeto Monitor revelam que mesmo com essa expansão o volume ainda é pusilânime.

Comparando o ambiente brasileiro a outras nações, o país apresenta-se bastante inferior nesse quesito. No Japão, por exemplo, o faturamento com serviços de dados representa 50% das receitas brutas contabilizadas pelas operadoras, enquanto por aqui somente 16,3%.

A internet móvel via celular, ainda pouco utilizada pelos consumidores tupiniquins segundo a Band Online, só não é mais evidente pelos preços elevados e pela falta de necessidade da população.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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