Próxima atualização do Windows 10 pode liberar a funcionalidade para os usuários.

O Microsoft Edge é a nova aposta da Microsoft para o mercado de navegadores, tanto nos desktops, como também para os usuários mobiles, uma tentativa válida da empresa em deixar de lado a péssima imagem deixada pelo velho e nem tão bom Internet Explorer em seus últimos tempos de vida. Porém, por ser um navegador novo, ele ainda não conta, ou não contava, com funcionalidades simples como extensões, porém, ao que parece, isso tem tudo para acabar em breve, para os usuários dos Computadores e também dos smartphones com o Windows 10 Mobile.

As extensões do Microsoft Edge nos desktops deverão chegar com a atualização do Windows 10 Redstone 1. Entretanto, ao que parece, os usuários que estão testando as versões beta do Redstone nos dispositivos móveis, receberão um indício de que a funcionalidade também deverá chegar aos dispositivos móveis.

As informações são provenientes de usuários do Reddit, conhecido por vários usuários vazarem informações de grandes empresas. No site, uma captura de tela mostra que um usuário acessou a extensão de nome ''Pin It Button'' do conhecido Pinterest em um dispositivo que estava equipado com o Windows 10 Mobile Redstone em versão beta, o botão para que o usuário pudesse realizar o download da extensão, era ativado no navegador.

As informações não param por aí, outros usuários ao acessarem a página ''about: flags'' do dispositivo, também no navegador da Microsoft, encontraram uma opção que deixava bem claro a possibilidade de habilitar as extensões no navegador mobile, alertando até mesmo sobre os possíveis riscos ao instalar uma extensão no Edge.

Entretanto, é sempre muito importante salientar que as informações não são oficiais, embora bem possivelmente venham a calhar, visto que qualquer usuário Insider do Windows 10 Mobile Redstone pode verificar a informação.

Todavia, uma das especulações, além da possibilidade da empresa disponibilizar tais extensões também na versão mobile, é a possibilidade da empresa de fato trazer a funcionalidade para o Edge, mas apenas para desenvolvedores, para que os mesmos possam conseguir verificar qual a compatibilidade de suas extensões em um dispositivo móvel. A possibilidade parece pouco provável, mas pode acontecer, visto que seria uma maneira de atrair e agradar os desenvolvedores mobiles.


Empresas apresentam soluções para que as redes 3G e 4G se tornem mais velozes e atraentes para os usuários.

As redes de Internet 5G ainda não são uma realidade, o que deve acontecer apenas daqui a 4 anos, em  2020, mas na MWC (Mobile World Congress) 2016, conferência que ocorre em Barcelona para demonstrações das novas tecnologias mobiles, deveremos não somente ter novidades a respeito do 5G, como também do 4G e do 3G.

Não é somente no Brasil que as redes 3G e 4G realmente funcionam ou possuem um número restrito de usuários, ao menos, menor do que realmente poderia e deveria ser, inclusive, a rede mais usada até hoje, ainda é a 2G que possui cerca de 51% dos usuários globais, os dados são do analista, Phil Marshall da Tolaga Research, enquanto a rede 3G possui apenas um terço dos usuários e o 4G, míseros 15%.

Na MWC deste ano, Ericsson e Nokia tentaram mudar um pouco esse quadro, antes do lançamento do 5G, apresentando soluções para que as redes 3G e 4G se tornem mais velozes e atraentes para os usuários.

A Ericsson pretende praticamente dobrar a velocidade do 3G, sem substituir os equipamentos atuais dessa rede, apenas investindo em uma melhora no software, que recebeu o nome de ''Flow of Users''. Segundo a empresa, o software funcionaria controlando a quantidade de aparelhos ativos em uma rede dentro de um determinado local, para que se tenha um grande número de pessoas tentando compartilhar a célula, fazendo com que os usuários acabem, consequentemente, por receber uma velocidade maior, algo em torno de 50%, fazendo com que a velocidade suba de 2 Mbps para cerca de 4Mbps e deve chegar em breve, no segundo trimestre deste ano.

A empresa também pensou naqueles locais que sequer possuem o 3G, e através de um componente de hardware que recebeu o nome de Ericsson Intelligent Antenna Sharing, as operadoras de celular poderão reutilizar a estrutura do 2G para adotar o 3G em mais de 60% de sua rede, o que ajuda a levar a rede 3G para diversos locais do mundo, inclusive, o Brasil, onde por mais incrível que pareça, algumas cidades ainda sequer sinal 3G possuem.

Já para o 4G, a parceria entre a Nokia e a Ericsson pretende proporcionar novas maneiras para que as operadoras possam otimizar a capacidade da rede LTE, graças a combinação de bandas de frequências distintas e nova tecnologia de antena, que devem também, fazer a rede 4G ficar mais rápida do que é atualmente.

As novidades podem ser consideradas extremamente positivas, mas, resta saber se as operadoras se adequarão e passarão a utilizar tais tecnologias a pouco tempo do lançamento do 5G.

Resta aguardar.

Por Isis Genari

Redes 3G e 4G





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