Saiba aqui por que o celular acaba desligando mesmo ainda tendo um pouco de bateria.

Todo mundo já se viu diante da situação de estar nos últimos dígitos da bateria do celular, computador ou tablet. Quando se chega a esse ponto tentamos preservar o máximo possível até que possamos recarregar o dispositivo novamente. Mas não é que mesmo com um pouco de carga o aparelho desliga de uma hora para outra e só volta a ligar se o conectarmos a uma fonte de energia? Pois é, isso acontece com qualquer um. Porém, ao contrário do que alguns acham não se trata de um problema. Os dispositivos desligam mesmo contendo um “restinho” de carga devido a um comportamento completamente normal de seus componentes.

O motivo para que isso ocorra (segundo especialistas na área) é o fato de que os aparelhos acabam não tendo capacidade de analisar com precisão o quanto ainda resta de bateria. Isso quer dizer que os números que são vistos nem sempre representam com exatidão o quanto de carga ainda temos e sim uma estimativa feita pelo sistema operacional que, como sabemos, são baseados em algoritmos.

Para que fosse possível precisarmos com certeza o quanto ainda temos (de bateria) seria necessário que tivéssemos um sensor instalado no interior das células. O problema é que considerando os elementos químicos necessários para tudo isso mais os componentes elétricos misturados seria o mesmo que andar com uma espécie de bomba no bolso. Então, o melhor mesmo é ter o celular desligado do que ter ele explodindo…

Ainda existe uma outra razão para que o celular desligue. Com o tempo as baterias naturalmente acabam perdendo parte de sua autonomia. De acordo com o jeito como o usuário usa seu aparelho e até da quantidade de recargas que faz, ela perde sua vida útil. Em contrapartida, os algoritmos dos sistemas operacionais entram em atividade para compensar essa situação. O problema é que quanto mais o tempo passa, mas difícil fica para fazer a medição. Por isso temos a impressão de que quanto mais velho é o celular menos tempo ele fica ligado.

Por fim, guardar um pingo de carga é preciso para que o SO continue trabalhando. Sendo assim, ele mantém atualizados coisas como os sistemas de inicialização funcionais, elementos internos a exemplo do relógio, etc., mas isso é mais comum em tablets e notebooks, o que não deixa os celulares de fora.

E só para fechar, com uma bateria zerada por completo, os dispositivos basicamente não conseguiriam religar de novo, isso porque até para recargar é preciso que o software funcione nem que seja em seu “último fôlego”.

Por Denisson Soares


Testes revelaram que smartphone da Apple garante mais autonomia aos usuários do que baterias mais potentes como a do Galaxy S7.

Com o iPhone SE, a Apple tenta expandir seu espaço no mercado, investindo em um dispositivo mais barato, porém, com um design que consagrou a linha de smartphones da Apple bem como um excelente hardware. Porém, mesmo com uma ou outra limitação, como a bateria, que conta com apenas 1.642 mAh, o iPhone SE segue a linha da Apple de tirar o máximo de seus dispositivos, e segundo testes feitos pelo Wall Street Journal, a bateria do smartphone da Apple garante mais autonomia aos usuários do que baterias mais potentes como a do Galaxy S7.

O famoso jornal também comparou o iPhone SE com outros dispositivos da Apple como o iPhone 6s e 5s, e os resultados, mesmo com a baixa potência de sua bateria, são animadoras. Para se ter uma ideia, mesmo com a bateria menos potente, o SE consegue ter mais autonomia do que os rivais também da Maçã 6s e 5s, que contam com 7h45 e 7h15 de autonomia, respectivamente, contra superiores 10h do SE.

Já o Galaxy S7, rival direto dos smartphones tops da Apple, embora não seja o caso do SE, conta com apenas 7 horas de bateria, mesmo contando com o dobro de potência do SE. Por outro lado, é importante ressaltar que a bateria do 6s conta com 1.715 mAh, mais do que a do SE, mas também apresentando um desempenho inferior ao SE em autonomia. Isso ocorre ao fato do 6s ter uma resolução de tela superior a do SE.

O Wall Street Jornal não revelou como foram feitos os testes, ressaltando apenas que todos contaram com o mesmo nível de brilho na tela. De fato, é assustador ver o Galaxy S7, recém-lançado e smartphone mais potente da Samsung, com 3.000 mAh, contar com uma autonomia inferior a do SE, iPhone da Apple que não se trata de uma versão top de linha e uma potência duas vezes menor.

Um dos motivos apresentador pelos usuários, é que o S7 conta com uma tela maior e com mais pixels, o que aumenta o consumo de energia, mas não apaga o fato de ser no mínimo, curioso, um smartphone contar com maior potência e desempenho tão inferior a um modelo mais simples de uma marca rival. A Samsung não se pronunciou a respeito dos testes.

Por João Trajano

 

iPhone SE


Oppo apresentou nova tecnologia que garante que baterias de smartphones sejam completamente recarregadas em apenas 15 minutos.

Atualmente, a autonomia das baterias é um dos pontos apontados como fracos dos smartphones atuais, que ainda pecam muito nesse quesito, com baterias que não garantem ao usuário um uso contínuo prolongado ao dispositivo sem a necessidade de recarregar novamente. Mas, enquanto as empresas não se empenham mais em oferecer baterias mais potentes e com mais autonomia aos seus usuários, a marca chinesa Oppo, apresentou na MWC deste ano, sua tecnologia que promete ajudar um pouco a mudar o cenário.

A apresentação foi feita durante a MWC (Mobile World Congress) em Barcelona, na Espanha, onde a empresa chinesa apresentou uma nova tecnologia desenvolvida por ela que garante que os smartphones sejam completamente carregados em apenas 15 minutos, algo realmente impressionante para os padrões atuais.

A empresa chinesa Oppo deu o nome de Super VOOC a sua tecnologia, que faz com que baterias de no máximo 2.500 mAh, sejam completamente carregadas no período de 15 minutos, algo quase impossível até então para os padrões atuais e que deve amenizar, ao menos, a questão da autonomia dos dispositivos. Segundo o ''Engadget'', o serviço oferecido pela empresa chinesa é bem superior ao oferecido pela empresa estadunidense Qualcomm, com o QuickCharge 3.0, que permite que smartphones que contam com o novo chipset da marca, o Snapdragon 820, sejam carregados em até 80% no período de no máximo 35 minutos.

Um ponto a favor da tecnologia da Oppo, é que ela não interfere no visual dos smartphones dos usuários, já que houve uma combinação entre o software e o hardware para garantir a melhor ergonomia e qualidade possíveis. O serviço funciona dentro do próprio sistema.

Nos últimos tempos, as empresas que trabalham com tecnologia Mobile vêm investindo cada vez mais na questão das baterias, motivo de diversas reclamações dos usuários, como citado, pela falta de autonomia, já que grande parte das baterias duram apenas algumas horas antes de terem de ser recarregadas novamente pelos usuários, principalmente quando o uso dos dispositivos é contínuo. Porém, nos últimos tempos vemos o cenário mudar um pouco, inclusive com fabricantes financiando pesquisas para aumentar a duração e potência das baterias dos dispositivos móveis.

Por Isis Genari

Bateria recarrega em 15 minutos

Foto: Divulgação


Seguindo algumas dicas é possível prolongar a vida útil das baterias de smartphones.

Depois de alguns meses de uso muitos smartphones começam a deixar os usuários na mão com desligamentos inesperados causados pela falta de bateria dos aparelhos. Até mesmo aqueles que são tops de linha e costumam custar bem caro não fogem da regra.

 Existem alguns truques capazes de prolongar o uso e diminuir o problema, confira:

Redução do brilho da tela:

O brilho da tela dos aparelhos consome muita bateria. Não há necessidade de deixá-la no máximo, é possível enxergar muito bem e ter uma boa experiência com praticamente metade da porcentagem de brilho. É interessante ressaltar que esse tipo de alteração aumenta o tempo de vida útil do aparelho.

Desabilite as conexões 3G ou 4G quando houver a opção do uso de Wi-Fi:

Quando você estiver em locais que possuem Wi-Fi, dê preferência a ele. As conexões 3G e 4G consomem até 3x mais bateria pois funcionam com variações de sinal. Outra dica é manter o celular em modo avião quando o uso da internet for dispensável.

Feche os aplicativos e páginas da internet que não estão sendo utilizados:

Visualizamos um monte de sites, vídeos e redes sociais, mas acabamos sobrepondo uma coisa a outra e esquecendo várias páginas abertas. Saiba que isso acaba com a bateria de seu celular. Por esse motivo, é sempre bom dar uma checada e fechar aquilo que já não é mais do nosso interesse.

Evite a exposição ao sol ou a temperaturas muito altas:

A maioria dos manuais de instrução possui esse alerta. Largar o smartphone em locais que batem sol ou esquentam demais prejudica o desempenho dos aparelhos fazendo com que eles descarreguem mais rápido ou até mesmo travem sem motivo aparente.

Esperamos que em um futuro próximo, as baterias de íon de lítio possam ser substituídas pelas de íon de sódio, que de acordo com testes e pesquisas são bem mais econômicas proporcionando maior tempo de vida aos smartphones. 

Por Beatriz 

Bateria


A cada dia que passa a tecnologia existente evolui e torna o nosso dia a dia mais interessante. Dentre as inovações no setor, destacam-se aquelas que facilitam a vida do usuário de alguma forma e ainda contribuem para um benefício extra ao meio ambiente, mesmo que seja algo bem pequeno. Entretanto, uma das maiores reclamações de usuários da nova geração de celulares diz respeito à durabilidade da bateria.

Embora a tecnologia tenha evoluído para a criação de chips e processadores mais potentes, telas com um brilho incrível e capacidades enormes de armazenamento, as baterias dos melhores smartphones da atualidade ainda deixam muito a desejar e decepcionam o usuário nas horas mais importantes da sua rotina diária. Isso ocorre principalmente devido à grande demanda de energia gerada pelos componentes atuais dos aparelhos.

Como forma de contornar esse problema, algumas empresas já pensam em alternativas que dispensem a utilização constante de carregadores de tomada para manter o aparelho funcional. Uma das inovações mais interessantes nesse quesito não partiu, por mais incrível que pareça, de uma grande companhia no setor da tecnologia.

A TAG Heuer, não possui os smartphones como carro-chefe de seus negócios. Ela, na verdade, é uma empresa suíça conhecida pela produção de relógios de luxo que podem chegar a custar mais de R$ 30 mil. Apesar disso, a companhia anunciou um aparelho celular de luxo, capaz de recarregar parte de sua energia através da própria tela, o que acaba por aumentar consideravelmente o tempo em que o gadget fica em funcionamento.

O segredo do aparelho está na sua tela, que é capaz de funcionar como um painel solar transparente e capta a energia solar e até mesmo a luz ambiente e a transforma em energia para o funcionamento do próprio sistema. Com isso, o celular consegue manter o nível de energia no modo stand by, sem a necessidade de recarga. Embora isso seja algo incrível e sem precedentes, a companhia suíça destaca que os carregadores clássicos de parede ainda são necessários, mas a autonomia e a duração da carga da bateria são bastante satisfatórios.

Quem sabe, em um futuro não tão distante, tenhamos celulares que se recarregam apenas com a energia solar ou luz ambiente?

Por Ebenezer Carvalho

Samrtphone da Tag Heuer

Foto: Divulgação


É comum detectarmos que dispositivos que não são tops de linha não possuem baterias de grande capacidade e sua vida útil dura muito pouco, já nos dispositivos top de linha de empresas famosas as baterias costumam durar mais tanto no sentido de vida útil quanto na duração da carga. Em contrapartida smartphones mais modernos e tops de linha costumam exigir mais das baterias e no fim das contas ficam sem carga rapidamente. No entanto, se você adquiriu um smartphone Samsung Galaxy S4 não correrá o risco de ficar à deriva sem carga em seu dispositivo.

A empresa Mugen Power lançou no mercado uma nova bateria capaz de armazenar o dobro de carga que o modelo de bateria convencional do Galaxy S4 armazena.

O novo componente é capaz de armazenar 5.500 mAh, contra os 2.500 mAh da versão comercializada com o aparelho. Esta nova bateria  possui dimensões diferentes da bateria padrão, por isso a empresa Mugen Power criou uma tampa traseira que se ajusta à nova bateria. Segundo o diretor da Mugen Power quem adquirir uma de suas baterias levará inteiramente de graça essa tampa adaptadora.

Vale ressaltar que a nova bateria não chega a aumentar consideravelmente o peso do smartphone, o que é uma vantagem.

A bateria pode ser adquirida no site da Mugen Power e sairá por volta dos US$ 90 (não considerando taxas de envio, nem impostos).

Por Fernando Setoue


iPhone 5A Apple inova mais uma vez e traz ao mercado uma tecnologia que reduz o consumo de energia do iPhone.

A partir de agora o usuário do aparelho não precisará racionar energia e pode tranquilamente passar várias horas conectado à internet através de uma conexão 3G que o dispositivo da Apple fornece.

O iPhone 5 permite ao usuário permanecer conectado à internet de forma ininterrupta por, no mínimo, 5 horas consecutivas, podendo chegar até a 8 horas de conexão permanente.

Usuários fascinados por vídeos poderão facilmente assistir a filmes durante quase 10 horas no novo iPhone. Um dos maiores problemas que a empresa enfrentava nos últimos anos era a ineficiência que o aparelho apresentava quanto ao consumo de energia e frequentemente recebia críticas da mídia e dos consumidores que se queixavam de ter que recarregar o aparelho de 2 a 3 vezes ao dia.

Mesmo com toda essa eficiência a Apple recomenda desligar o sistema 3G e Bluetooth quando não estiver utilizando os serviços para troca e recebimento de informação. A Apple recomenda também não manter seu dispositivo conectado na tomada após a bateria estar com sua carga completa.

Por Fernando Setoue


O avanço da tecnologia, sobretudo no mercado mobile em franca ascensão, exige cada vez mais de baterias e recursos para manter os aparelhos ligados durante longos períodos de tempo.

As baterias elétricas na maior parte do tempo são úteis e as mais difundidas. Porém, é comum ouvirmos reclamações dos usuários sobre o pouco tempo disponível nas baterias (uma bateria de smartphone avançado dura em média entre 5 e 6 horas). Assim, qual seria a melhor forma de aproveitar nossos aparelhos, em todo o seu potencial, durante bastante tempo?

Uma solução prática adotada por alguns fabricantes de celulares e smartphones são os protocolos para o uso de energia da bateria. Através de comandos pré-programados, o usuário pode ajustar seu aparelho para utilizar recursos que gastem menos bateria. Por exemplo, o modo “apenas mensagens SMS” bloqueia boa parte das opções do aparelho, permitindo a troca de mensagens de texto com outros celulares. Existem ainda várias opções, mas que ainda restringem a usabilidade dos aparelhos, atrasando o inevitável.

A saída alternativa para este impasse sobre bateria são as energias alternativas. Hoje em dia, muitas startups e grandes empresas investem em novos métodos de captação de energia, seja para inovar no mercado, seja para baratear custos.

O maior expoente no ramo de gadgets é a energia solar. Existem diversos projetos para utilização dos raios solares como captadores de energia. Um deles é a EarthTechling e seu stand para tablets, smartphones e celulares. Outro projeto bem conhecido (e intencionado) é promovido pelo estudante de tecnologia de Harvard, Jeffrey Manfield, chamado de Taking Care: através de aparelhos Android capazes de captar energia solar com a tecnologia de placas solares, o estudante pretende levar oportunidades de comunicação na região amazônica, muitas vezes esquecida pelas grandes empresas.

Além da energia solar, há iniciativas que exploram energia cinética, eólica, e até mesmo através de água!

As alternativas de hoje em dia permitem grandes possibilidades para o avanço da tecnologia, basta as empresas saberem utilizá-las de maneira correta, dinâmica e consciente.

Por Willian Gonçalves


Tendo em vista que o Galaxy Note 2, lançado após o Galaxy S3, conta com uma bateria muito mais potente (de 3.100 mAh), a Samsung resolveu agradar os donos do seu principal top de linha com um aumento na potência da bateria.

De fato, uma bateria de 3.100 mAh proporciona muito mais autonomia e tempo de uso, seja ouvindo músicas, em ligações, ou navegando na internet. Por isso, os usuários do Galaxy S3 acabaram ficando com uma certa inveja, por terem um aparelho tão bom quanto o Note 2, mas com uma bateria bastante inferior.

Assim, a fabricante dos dois smartphones resolveu lançar uma nova bateria para o seu Galaxy S3 com exatamente a mesma “potência” da bateria do Note 2: 3.100 mAh. A bateria antiga do S3 tem apenas 2.200 mAh, o que é uma diferença de 900 mAh e muitas horas de uso. Além disso, a Samsung também disponibilizou um “agrado” a mais na nova bateria, que é a tecnologia NFC embutida.

Entretanto, quem quiser ter uma bateria mais avantajada no seu Galaxy S3 terá que comprá-la e o valor de venda é de US$ 65 (mais ou menos R$ 130 sem as taxas). É importante adquirir a bateria nova de forma oficial, pois ela já vem com uma nova parte traseira, para manter a sua espessura.

Por Guilherme Marcon


Milhares de pessoas reclamam da bateria do seu celular, pois alegam que a mesma acaba rápido e não permite um uso prolongado do mesmo. No entanto, algumas pequenas dicas podem ajudar na economia da carga da bateria, garantindo assim que o aparelho esteja sempre disponível para o uso.

Normalmente, os celulares possuem as mais variadas funções, tais como leitor de música, vídeo e imagem, redes sociais, bluetooh, wi-fi, widgets em geral, entre outros. Todos esses aplicativos consomem uma boa quantia de bateria, portanto é importante saber como usá-los.

O que pouca gente sabe é que em sua maioria, os aplicativos mesmo após de serem fechados, continuam sendo executados em segundo plano, consumindo assim a bateria de forma silenciosa, portanto é importante sempre conferir se algo ainda está sendo processado.

Manter o wi-fi ativado é o grande vilão da bateria, uma vez que o mesmo normalmente é o que mais consome carga, isso por que há uma procura constante por rede e isso força o uso da bateria. O ideal é deixar a função habilitada apenas na hora do uso, assim como o bluetooh.

No entanto, se mesmo com essas dicas, a sua bateria continuar caindo rapidamente, procure efetuar a troca e confira se resolverá o problema. Normalmente algumas baterias viciam por ficar carregando por muito tempo, ou então por defeitos de fábrica.

Por Gabriel Frigini Reis


Recentemente a Universidade de Stanford, nos EUA, divulgou o resultado de uma pesquisa realizada, cujo foco era os smartphones. A instituição desenvolveu um estudo que mostrou que os sites mal desenvolvidos, para as plataformas móveis, consomem muito mais a bateria do aparelho do que outros sites.

Todo o estudo foi desenvolvido tendo por base um smartphone com sistema operacional Android e o site que menos consumiu energia da bateria do aparelho foi o Gmail Mobile, sendo considerado o site mais “verde”. Enquanto isso, o site da Apple não teve um bom resultado, pois não possui uma versão otimizada para aparelhos portáteis.

Ainda, a pesquisa identificou que se as empresas se baseassem no design da Wikipedia, o consumo de energia das baterias seria reduzido em 30%, sem afetar a experiência dos usuários ao acessar um site.

Com esses resultados, a Universidade espera que os desenvolvedores se conscientizem na criação de versões otimizadas dos websites para as plataformas móveis, pois quando algum site consome muita energia da bateria do aparelho, isso pode ser motivo para a redução do tráfego na página.

Aproveitando a divulgação dos resultados, a instituição também disponibilizou algumas dicas para otimização dos sites para dispositivos móveis, como utilizar imagens JPG ao invés de GIF ou PNG e utilizar links ao invés de Javascript, o que acarretaria em uma menor energia de processamento e menor consumo da bateria do dispositivo.

Por Guilherme Marcon


A “Jornada com Uma Bateria” (The One Battery Journey, canal do YouTube) foi feita por um blogueiro polonês, Pawel Hammer. Se é uma jogada estratégica da Nokia ou não, ninguém sabe dizer ao certo, mas o “viajante” mostrou que uma pessoa é capaz de fazer uma “volta ao mundo” com apenas uma carga de bateria do Nokia E6.

Hammer visitou várias cidades do mundo, fazendo vídeos com o seu aparelho Nokia para comprovar a viagem. O que tudo nos mostra é que realmente as viagens foram feitas utilizando apenas uma carga da bateria do aparelho celular.

No canal do YouTube The One Battery Journey é possível ver todos os vídeos feitos durante a jornada, são 18 vídeos no total. O viajante passou por quatro continentes e doze países diferentes, sendo locais como Nova Iorque, Hong Kong, Londres, Cairo, Istambul, Cingapura, Los Angeles, Abu Dhabi, Mumbai, São Francisco e Yokohama.

Around the World on One Battery, conforme dados do YouTube, foi acessado pelo Foursquare, Facebook e, claro, YouTube. Além disso, foram cerca de 10 milhões de impressões acerca do projeto, que apareceu na televisão, em noticiários.

Há uma ponta de estratégia publicitária da Nokia evidente, principalmente quando, após aparecer o aparelho e a marca, Pawel termina o vídeo dizendo que a bateria afirma estar em 0%, mas continua funcionando; e “É surpreendente”, diz o blogueiro.

Por Guilherme Marcon


A Samsung, marca reconhecida internacionalmente, deve investir em 2012 um montante superior a 40 bilhões de dólares na pesquisa e desenvolvimento de novas baterias otimizadas para smartphones.

Esta resolução prende-se ao fato de que as baterias dos smartphones possuem pouca durabilidade. Assim, necessitam ser carregadas mais de uma vez por dia. Com isso, pretende-se inserir nos aparelhos baterias maiores, que durem mais e que não impliquem em carregar o smartphone muitas vezes, independentemente do seu tempo de uso.

Além de investir na melhoria das baterias, a Samsung também deve ampliar a capacidade de suas fábricas e aumentar o número de funcionários.

Um desses investimentos da empresa sul-coreana será feito no sentido de expandir uma das suas fábricas de microprocessadores para a Apple, nos EUA, sendo que só essa fábrica custará aproximadamente US$1 bilhão.

Este ano, a Samsung Electronics deve direcionar a maior parte dos seus investimentos, cerca de 80%, especialmente nas divisões de semicondutores e telas móveis.


Todos os dias invenções criativas surgem com a intenção de se aproveitar melhor os recursos naturais existentes em nosso planeta. Mais uma grande ideia foi desenvolvida por Patrick Hyland, um celular revestido de cobre que pode ser recarregado no bolso. Hyland revestiu a parte de trás do aparelho chamado E-Cu com cobre, o qual é um ótimo condutor de calor.

Ao entrar em contato com o calor do corpo ou outra fonte, o celular transforma calor em energia para as baterias. O nome estranho para os brasileiros se deve pelo fato de “E” significar environment, meio ambiente em inglês e “Cu” ser o símbolo do Cobre na tabela periódica.

Ainda sem previsão de produção, nos resta torcer que mais esta grande ideia saia do papel e mude de nome.

Por Camila Porto de Camargo

Fonte: Época Negócios

 


Dentre os principais motivos que levam o consumidor a trocar de celular o destaque fica para tela insensível ao toque, problemas com o software, pouca memória e bateria fraca. Com a tela touchscreen, presente em diversos modelos, é cada vez mais comum a reclamação de falta de sensibilidade ao toque nessas telas, dificultando o manuseio dos programas.

Alguns aparelhos vêm com diversos softwares para utilização, porém alguns apresentam constantes problemas, como “travar” e “resetar” o aparelho. Com o advento do Bluetooth é cada vez mais a comum a troca de arquivos entre aparelhos, e somado a câmera fotográfica integrada, os aparelhos precisam de mais espaço memória do que vem com o celular original, fazendo com que os consumidores tenham que adquirir cartão de memória adicional.

Bateria que acaba rápido é outra constante reclamação, há aparelhos, que mesmo novos necessitam de carga todos os dias dependendo da utilização diária.

Fonte: UOL

Por: Fernanda Peixoto





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