Anatel aprovou uma nova operadora para atuação no Brasil, aumentando assim as possibilidades de escolhas dos usuários.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) tem como objetivo efetuar regulações no domínio de telefonia, garantindo aos usuários os seus direitos para protegê-los, usando assim um conjunto de regras já estabelecidos que se aplicam em todas as empresas de telefonia.

É verdade que, mesmo diante das centenas de requisitos para se conseguir a homologação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), ainda assim milhões de usuários de telefonia móvel, estão insatisfeitos com a qualidade dos serviços prestados por certas operadoras, pelo não cumprimento de acordos feitos com o cliente ou, às vezes, o seu não contentamento se dá pela baixa qualidade do serviço prestado, desde a lentidão permanente da internet até as cobranças indevidas de serviços não solicitados pelo consumidor.

Há centenas de exemplos de regras importantes que devem ser cumpridas. Uma delas é que não se deve haver cobranças alheias de um serviço que não tenha sido autorizado pelo consumidor. Muitas vezes as cobranças são contínuas e quase imperceptíveis quando se trata de interatividades não solicitadas. Mas, felizmente, graças a regras trazidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), se tem a oportunidade de contestar essas cobranças indevidas e solicitar a devolução do valor, ou dos valores cobrados.

Mais uma vez cresce a esperança dos brasileiros com uma operadora de telefonia móvel nova no mercado, que promete sanar problemas quando os mesmos surgirem de maneira prática e rápida, além de oferecer serviços de magnífica qualidade. Portanto, mais uma vez a agência (Anatel) que trabalha em conjunto com a Polícia Federal, aprovou uma nova operadora no Brasil, aumentando assim as possibilidades de escolhas dos usuários.

Estabelecida desde 1996, a America Net vem, há mais de 20 anos, beneficiando 15 escritórios com o serviço de telefonia fixa em 8 Estados brasileiros. Atualmente, após alguns investimentos financeiros proporcionados em milhões de reais, a empresa foi aprovada pela Anatel para prestar serviços de telefonia móvel. Com todo esse investimento ela espera crescer pelo menos 40% em 2018.

A empresa continua com o foco inicial no mercado corporativo e, além disso, tem a expectativa de fazer com que contratação de seus serviços seja ágil e prático por conta de uma plataforma de autoatendimento.

Mesmo no ano de 2017, que foi explicitamente visto como o ano da crise econômica, a America Net conseguiu um crescimento de cerca de 42%. Isso se deu pelo fato dos seus concorrentes terem diminuído os custos. Assim, com essa desaceleração, a America Net teve a oportunidade de obter mais clientes e dar um salto a mais no mercado, visto que trabalha com custos supercompetitivos. A mesma promete planos acessíveis que permitem tanto o acesso à internet, o envio de SMS como também o tráfego de voz local e a distância. Ela possui uma rede de fibra óptica própria facilitando uma conexão muito mais rápida. Afinal de contas umas das queixas comuns observada que se tem entre os usuários é a deficiência no acesso à internet. Possuir esse novo modelo de rede é um investimento que se tem um retorno certo a longo prazo, visto que atualmente a conectividade é um dos serviços mais requeridos pelos usuários.

É possível contratar planos mais acessíveis a partir de R$ 39,99, além de muitos outros com mais comodidade variando com o valor máximo de R$ 199,90 mensal. Cada cliente pode analisar o plano que mais se adequa às suas necessidades diárias para contratá-lo.

Portanto, se tem desde já, a oportunidade de experimentar os serviços dessa nova operadora móvel que promete não decepcionar seus usuários, com serviços de qualidade para atender à grande demanda do seu novo público.

Por Ingrid Santos Cortes

America Net


Inclusão do 9º dígito acontecerá no dia 6 de novembro. Outros 9 estados também receberão um número a mais entre maio e novembro do próximo ano.

A ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) anunciou nesta terça-feira, dia 08 de dezembro, o calendário com as datas da adoção do 9º dígito nos números de telefone celular em mais de dez estados, a exemplo do que já acontece nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

No Paraná, a partir do dia 6 de novembro do próximo ano, as linhas de celular ganharão mais um dígito. O número 9 será adicionado à esquerda da numeração utilizada hoje e então o acesso será padronizado da seguinte forma: 9xxxx-xxxx. A partir da data informada os usuários precisam acrescentar o dígito para discar e enviar mensagens de texto, pois do contrário não conseguirão executar os serviços.

A fim de promover uma adaptação da rede e dos usuários, as ligações após a data estipulada ainda serão completadas mesmo sem a inserção do dígito 9 por um tempo. Os usuários receberão orientações por mensagens de texto sobre o novo modelo de discagem. Depois do prazo de ajustamento, as ligações com apenas 8 dígitos não serão completadas.

Nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o 9º dígito será adotado na mesma data do Paraná. Nos demais estados, Mato Grosso, Acre, Goiás, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia e no Distrito Federal, a alteração será um pouco antes, no dia 29 de maio de 2016.

Há cinco anos a ANATEL decidiu pela adoção do 9º dígito para conseguir atender a grande demanda do serviço de telefonia móvel no Brasil.

As operadoras de telefonia, Oi, Claro, Vivo e TIM, com o intuito de facilitar o processo, criaram aplicativos para os smartphones que incluem o número 9 em todos os contatos da agenda que já estão sob o novo formato. Para isso, é preciso fazer o download e instalar o aplicativo através da Apple Store (IOS) ou Play Store (Android).

Bruna Rocha Rodrigues


Segundo o levantamento pela Anatel (Agência nacional de telecomunicação), a operadora Claro, foi a empresa de telefonia móvel que mais cresceu nos últimos 12 meses e conta hoje com 25,34% de participação no mercado. Dados também revelam que no ano passado, foi registrado cerca de 9 milhões de novos clientes de telefonia móvel em todo o Brasil, sendo que desse montante, cerca de 3,4 milhões foram contabilizados só pela operadora Claro.

Esses bons resultados da empresa, devem-se principalmente aos recursos contínuos investidos nos últimos anos, em infraestrutura, planejamento, pesquisa e desenvolvimento e qualidade, que permitiram à operadora Claro, proporcionar a melhor internet móvel do país, comprovada pela Anatel. Outras inovações também contribuíram para o crescimento, “Inovamos ao disponibilizar acesso gratuito às redes sociais (Facebook e Twitter), além de oferecer as melhores tarifas e planos ilimitados a preços competitivos”, afirma Carlos Zenteno, Presidente da Claro.

A operadora hoje possui a maior cobertura do país, e foi a primeira a lançar a tecnologia 4G sem nenhum custo adicional em relação a tecnologia 3G. O presidente da empresa, Carlos Zenteno, completa ainda dizendo que os investimentos irão continuar e que a companhia tem como principal objetivo manter a qualidade e o grande crescimento em 2014.

Apesar de tudo isso, a operadora se mantém ainda na terceira posição do ranking em participação do mercado brasileiro de telefonia móvel, sendo que a Vivo continua em primeiro lugar com 28,49% do mercado e a Tim em segundo lugar com 27,09%, o ranking é completado por outras operadoras como Oi, CTBC, Nextel, Sercomtel, Datora e Porto Seguro.

 O fato é que este mercado está ficando cada vez mais competitivo e segundo rumores ainda não confirmados, a Claro planeja também expandir sua área de abrangência em telecomunicação, telefonia fixa e banda larga em parceria com as empresas do grupo América móvel.

Texto de Marcos V. Milani


Ligar para a Central de Atendimento de uma operadora de telefonia móvel para registrar um problema é algo tão desagradável que fez a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mudar algumas regras no ano passado. Essa é uma maneira de reduzir os problemas e, assim, trabalhar para a qualidade do serviço. No entanto, dentro desse parâmetro, quem se deu mal foi a Claro. A empresa passou do limite do número de reclamações estipulado pela agência no segundo trimestre deste ano.

A pesquisa é basicamente colocar um número de reclamações para cada mil usuários. A Anatel permite no máximo 10 reclamações para essa quantidade de pessoas. Mesmo assim, a Claro conseguiu 31 reclamações. Uma diferença bastante significativa. Atrás da Claro, mas com o nível desejado, ficou a Vivo com 10. A Oi e a TIM ficaram com 9 e 6, respectivamente.

Sem surpresas, a Claro já tem sido alvo de más notícias desde o ano passado quando descobriram que a companhia ultrapassava os números após a lei de melhoria desses serviços ser colocada em vigor. O objetivo principal dessas análises é melhorar o desempenho das empresas de telefonia móvel no Brasil, que recebem inúmeros processos no Procon a cada ano.

O que acontece com a empresa quando ela não está bem posicionada é receber multa. Até o final deste ano, a Anatel realizará um mapeamento para ter uma média geral desses quesitos. Ao término da pesquisa, as multas serão aplicadas para cada uma delas. O valor é em torno de R$ 50 mil. Os comentários após o resultado são de que a Claro provavelmente será sancionada. 

A empresa não se posicionou quanto às afirmações da dificuldade de atendimento à demanda de seus clientes. A empresa, desde sua criação, não foi muito bem aceita na região Sudeste do país e até o momento anda com o número de adesão por seus produtos baixo nesta área do mapa.

Por Jaime Pargan

Claro

Foto: Divulgação


As coisas andam difíceis para os usuários de internet móvel do Brasil. Segundo levantamento trimestral da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações apenas uma das quatro grandes operadoras conseguiu indicativo favorável quanto ao serviço. Embora as prestadoras tenham cumprido as metas quanto aos serviços de voz, as metas dos serviços de dados deixaram a desejar. Os dados divulgados no dia 22 de novembro fazem referências aos meses de maio a julho e possuem quatro indicadores, são eles: taxa de acesso à rede voz, taxa de sucesso nas conexões com a internet, queda de chamadas e quedas de conexão.

A meta estipulada pela Anatel para o serviço de internet móvel (2G e 3G) é de 98%, mas esse percentual não foi cumprido e as prestadoras alcançaram 96,2% no período. Isso ocorre principalmente pelo acesso 2G, que obtém apenas 96% do indicativo, enquanto o serviço 3G bate a meta, apresentando 98,8% do acesso.

Segundo o órgão, a meta de dados não leva em consideração se a tecnologia é 2G ou 3G, porém ela percebeu que o problema está na tecnologia 2G e sugere que os usuários passem a usar os chips 3G, melhorando o serviço e aumentando o indicativo das prestadoras. Se levar em consideração os serviços das empresas, somente a claro alcançou a meta de 98%, levando em consideração as duas tecnologias. Oi e Vivo mantêm 96% do acesso, enquanto a Oi não bateu a meta em nenhuma das tecnologias apresentando um percentual de 95% de acesso.

Nem tudo é ruim na prestação de serviços pelas prestadoras. A Agência estipula uma tolerância de 2% nas quedas nas redes de voz, contudo as empresas alcançam apenas 0,97% neste quesito. O acesso de voz deve ser de 95%, entretanto os indicadores foram de 97%, superando as estimativas do órgão. Outro indicativo foi respeitado pelas operadoras, trata-se da tolerância na queda da rede de dados que foi de 1,66%, abaixo da meta de 5% estipulada pela Anatel. 

Por Robson Quirino de Moraes

Internet móvel no Brasil

Foto: Divulgação


O ano de 2013 começou muito bem em termos de tecnologia para celulares e dispositivos móveis de forma geral. No entanto, quando falamos das operadoras de celular, outra realidade aparece. É que, embora o ano ainda esteja em vigor, as reclamações contra as empresas de telefonia somente aumentaram. Mais até que em todo o ano passado.

O Procon de São Paulo,com efeito, mostrou que no primeiro semestre de 2013 as queixam em relação ao atendimento dessas organizações foi de 32%, bem mais que no mesmo período de 2012.  É claro que o número de linhas telefônicas aumentou, mas, segundo o instituto de defesa do consumidor, as reclamações não tem nada a ver com esses números.

De acordo com o Diretor Executivo do Procon, Paulo Arthur Góes, isso mostra como os serviços dessas operadoras tiveram uma queda no que diz respeito ao seus serviços de qualidade. Para ele, falta investimentos corretos e novos planos de infra-estrutura para melhorar a condição da telefonia móvel do nosso país.

Por fim, segundo o Procon, a Tim foi a operadora mais criticada negativamente até aqui com 1202 reclamações. A Claro, por seu turno, está logo atrás com 900 reclamações. Os interessados podem pesquisar,via internet,o rakink completo do Procon.

Por Madson Lima de Oliveira


As operadoras de telefonia lutam no Brasil para que a lei que discute o marco civil da internet seja aprovada.

O projeto está em votação no Congresso Nacional desde agosto de 2011 e já foi adiado diversas vezes.

Agora, as empresas buscaram o auxílio da Anatel e do Ministério das Comunicações para tentar destravar a liberação desta norma que, segundo elas, deve ser modificada para criar um novo modelo de negócio mais favorável às operadoras e não ao Google e Apple.

Toda esta discussão está relacionada com a publicidade na internet da qual, a maioria de suas receitas, ficam para Google e Apple.

Além disso, as empresas estrangeiras monitoram dados de seus assinantes e lançam aplicativos de sucesso que geram receita publicitária e aumentam a carga nas redes das teles que são pouco remuneradas.

Por Ana Camila Neves Morais


De fato, a popularização da internet móvel é algo que vem acontecendo no Brasil, principalmente quando são observados os números crescentes de usuários do serviço e os preços baixíssimos cobrados pelas operadoras, variando R$ 0,33 e R$ 0,50 ao dia.

A aposta é aumentar ainda mais os acessos à internet móvel, pois, com os valores reduzidos qualquer pessoa pode ter acesso web com o seu celular pré-pago, independente se for internet 2G e 3G. O que intensifica o número de pessoas que podem acessar a internet pela primeira vez.

Os valores que você pode pagar atualmente pelo serviço de internet móvel variam de acordo com a operadora, pois na Oi e na Vivo você paga R$ 0,33 por dia no plano mensal, na Claro, R$ 0,39 ao dia também no plano mensal e na TIM, R$ 0,50 somente nos dias em que fizer uso do serviço.

Atualmente, estas quatro operadoras de telefonia móvel dividem-se de forma que a Oi possui 18,56%; a Vivo,29,85%; a TIM,26,62% e a Claro,24,66% de participação de mercado.

A Anatel divulgou informações de que, nos dias de hoje, há 47,2 milhões de acessos à internet móvel no Brasil. E, conforme projeção da Teleco, um acréscimo de 25 milhões de acessos acontecerá até o final deste ano.

Por Guilherme Marcon


A operadora de telefonia móvel Accel Telecom (de Israel) decidiu lançar um celular especial para o público judeu ultra-ortodoxo.

O novo celular terá músicas do repertório hassídico e um menu especial em íidiche (está é a primeira vez que uma operadora de celular lança serviços de telefonia nessa língua).

O celular não deve agradar os amantes de tecnologia. O aparelho não possui câmera, não envia mensagens msn, não acessa à internet e muito menos acessa as redes sociais.

Não bastasse isso, o dono do aparelho ainda é premiado com uma tarifa altíssima caso decida usar o telefone na hora Shabat (cerca de 3 dólares).

 


Enquanto a Vivo impulsiona seu crescimento prometendo levar a rede 3G para cerca de 2932 municípios até 2011, Oi e Claro seguem sem cumprir as metas previstas pela Anatel e deixam de fora da rede 3G duas capitais da região Norte: Macapá e Boa Vista. A Oi também ainda não chegou à Manaus. O prazo para que todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes tivessem cobertura 3G terminou em Abril. Os dados são do Portal Teleco.

Além disso, as operadoras parecem ter parado no tempo. Exceto pela Vivo e pela TIM, quase não houve ampliação na rede 3G este ano. Enquanto a TIM ampliou sua rede 3G para mais 85 cidades, a Claro chegou a apenas 3 novas localidades. Já a Oi parece que parou no tempo, e não expandiu sua rede para mais nenhuma cidade.

Atualmente o alcance da rede 3G no Brasil é esse: Vivo com 600 cidades atendidas; Claro, com 396; Oi, com 168; e TIM, com 140.

Por Maximiliano da Rosa





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