A Nokia anunciou que o contrato por patentes existente entre as duas marcas foi renovado por mais 5 anos.

Uma parceria de longa data e extremamente aprovada por ambos os lados, é a parceria por patentes existente entre a sul-coreana Samsung e a finlandesa Nokia. Ambas possuem um acordo por patentes, sendo que o último contrato assinado por ambas foi no começo de 2014, quando a norte-americana Microsoft havia comprado o setor de smartphones da Nokia, de olho na linha Lumia que a empresa produzia na época.

Agora, essa parceria foi renovada e demorará um pouco mais para, talvez, acabar. A Nokia anunciou em seu site oficial, no dia 1º de fevereiro, que o contrato de patentes existente entre as duas marcas, foi estendido por mais 5 anos, agora tendo término apenas em 2018.

A finlandesa anunciou em seu comunicado que, com a renovação da parceria entre ambas, a receita da Nokia deve pular de cerca de € 578 milhões no ano de 2014 para mais de € 1,02 bilhão em 2015, graças a um valor antigo de royalties, que havia sido pausado e a empresa não havia recebido os valores devidos.

Já para os próximos 3 anos, 2016, 2017 e 2018, a previsão é que a empresa consiga uma receita de € 1,3 bilhão, bem maior do que a empresa vem conseguindo obter nos últimos anos, o que deve garantir um ''gás'' para a Nokia voltar com força ao mercado de smartphones, que é um desejo da marca.

Ao menos segundo o olhar do mercado, tal parceria é considerada positiva, visto que as ações da Samsung tiveram alta de 1,1% após o anúncio da finlandesa a respeito da renovação da parceria entre ambas. Falando em mercado, aliás, em breve a Nokia deve selar a compra da Alcatel.

Não se sabe, por enquanto, quais os termos findados entre as marcas, mas, se levarmos em consideração que, a Samsung pretende produzir cada vez mais, suas próprias peças sem depender de outras empresas, a tendência é que tal parceria seja mais limitada do que em anos anteriores. Inclusive, a Samsung deve apostar mais em seu chipset, o Exynos, do que no chipset da Qualcomm, o Snapdragon no Galaxy S7, o que demonstra que, em tempos, talvez vejamos aparelhos da Samsung apenas com peças produzidas por ela.

Por Isis Genari

Nokia e Samsung


Não é de hoje que as grandes marcas de eletrônicos brigam na justiça por quebra de patentes e outros desentendimentos. Só para ter uma ideia, a Samsung já foi impedida de entrar na justiça contra as rivais em diversos países da Europa, pois a justiça de lá entendeu que a marca sul-coreana agia de má fé com as concorrentes, entrando com ações cada vez mais contestáveis. O que levou a empresa a entrar na justiça em outros países, mas como na expressão quem bate apanha, a Samsung sofreu mais uma derrota da rival Apple e terá de pagar US$ 290 milhões à concorrente.

O júri do Estado da Califórnia decidiu que a Samsung terá que pagar exatamente US$ 290,45 milhões em indenização no processo sobre patentes, contudo mais detalhes não foram revelados. O veredicto, anunciado na corte federal de San José na Califórnia foi favorável à Apple que alega que a rival copiou diversas funcionalidades do iPhone.

Segundo um porta voz da empresa americana, Krintin Huguet, a Apple está feliz com o resultado e afirmou que é preciso trabalho duro e inovação para apresentar produtos que as pessoas amam. A vitória em relação à decisão tem um valor maior do que dinheiro, afirmou Huguet.  

O pedido de indenização da Apple foi de US$ 379,8 milhões, o que não agradou a Samsung que apresentou uma contra proposta no valor de US$ 52,7 milhões. O caso já se arrastava na corte americana por mais de dois anos.

Em 2012 a Apple já havia recebido mais de US$ 1 bilhão em indenização da Samsung por conta de funcionalidades copiadas pela rival. Uma dessas ferramentas é a de usar os dedos para ampliar o zoom da tela. Como houve a diminuição do valor a ser pago para US$ 600 milhões e somados ao novo veredicto, a Samsung já deve à Apple a quantia de US$ 929,8 milhões só em indenizações na corte norte-americana. 

Por Robson Quirino de Moraes

Samsung e Apple

Foto: Divulgação


Recém adquirida pela empresa norte americana Google, a Motorola teve esta semana uma derrota histórica para seus padrões: 13 pedidos de patentes foram invalidados. A medida foi de autoria do juiz federal James L. Robert.

De acordo com a assessoria da Motorola, as patentes que foram negadas dizem respeito a codecs de vídeos de autoria da empresa, mas que agora enfrentam este impasse na corte norte americana por tratar-se de codecs também utilizado pela Microsoft.

“A corte acredita que mesmo uma pessoa com habilidades extraordinárias para diferenciar linhas de código teria dificuldades para encontrar algo com a especificação exclusiva que é sugerida pela Motorola”, disse o juiz federal em coletiva ao jornal New York Times.

O site americano Foss Patents, especializado em notícias sobre telefonia móvel, destacou o caso em sua página e afirma que esta é uma decisão definitiva, não restando esperanças para a Motorola. Contudo, ainda cabe recursos legais e viáveis para a empresa.

Outros veículos de empresa relataram o ocorrido e estamparam nas manchetes como a derrota judicial mais significativa na história da empresa recém adquirida pela Google. Até o momento os executivos não se pronunciaram sobre uma retaliação a Microsoft ou a continuidade do processo.

Por Diego Piovesan


O mercado da tecnologia e inovação está cercado de todos os lados pela proteção conferida pelas patentes.

E por isso, a Corte Federal do Estado da Pensilvânia nos Estados Unidos determinou o pagamento pela Marvell Technology de uma multa no valor de US$1,17 bilhões para a Universidade Carnegie Mellon University.

Este valor elevado se deve a uma violação de patente pela Marvell Technology que pertence à CMC relacionada ao uso de tecnologia que "aumenta a precisão com que os circuitos do disco rígido lêem os dados dos discos magnéticos de alta velocidade".

No entanto, o valor desta multa pode aumentar se a juíza do caso, Nora Barry Fischer, entender que esta violação ocorreu de forma deliberada e seu montante pode chegar a cerca de US$3,5 bilhões.

A Marvell Technology entrou com um pedido de anulação do processo argumentando que as informações da Universidade CMC ao falsas e infundadas.

Agora, todos aguardam a revisão do processo e decisão final da juíza com relação a esta questão.

Por Ana Camila Neves Morais


Uma disputa judicial foi finalizada entre empresas do ramo de eletrônicos, pois a RIM e a Nokia chegaram a um acordo sobre um impasse de patentes que possuíam.

A história está relacionada ao fim de todos os processos de patentes envolvendo as duas empresas para evitar mais prejuízos pela finlandesa que está passando por difícil situação financeira.

Os detalhes deste acordo não foram divulgados pelas envolvidas e o que se sabe é apenas que nele estão incluídos um montante de recursos que será pago pela RIM à Nokia.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Foi divulgado o resultado da disputa judicial entre as empresas Apple e Samsung. Depois de meses de briga entre as gigantes da tecnologia, sem qualquer acordo entre ambas, as acusações feitas pela Apple foram entendidas como justas pelos nove jurados presentes no tribunal da Califórnia.

A empresa fundada por Steve Jobs fez acusações contra a Samsung por copiar diversos de seus produtos e também aplicações como o gesto de pinça para zoom, usado nos aparelhos controlados pelo iOS, onde o recurso permite que os usuários subam para o alto de qualquer página de lista do iOS com apenas um toque no topo.

As acusações feitas pela Samsung contra a Apple foram votadas pelo júri e tratadas como infundadas. Com isso, até o momento, a Apple não sofreu nenhuma punição.

Ao contrário da empresa da Maçã, a Samsung agora está com uma dívida bilionária a ser paga para a concorrente. A empresa deve pagar à Apple mais de US$ 57 milhões pela infração no celular Prevail, US$ 44,8 milhões pela infração no celular Infused 4G, US$ 53,1 milhões pela infração no celular Mesmerize, US$ 3,3 milhões pela infração no celular Replenish e US$ 954 mil pela infração no celular Transform, tendo um somatório de US$ 1 bilhão, 51 milhões e 855 mil.

Por Tadeu Goulart

Fonte: Tecmundo


Nesta última terça-feira (14/08), um especialista convocado à corte pela Samsung disse que o iPhone e o iPad, sucesso de vendas da Apple, violaram três patentes controladas pela empresa concorrente. A acusação marca uma virada ofensiva para a fabricante de eletrônicos, que se encontra em um julgamento de alto risco.

O Dr. Woodward Yang, professor de Engenharia Elétrica de Harvard, explicou que os aparelhos eletrônicos da Apple são parecidos com os da Samsung, pois fazem uso de características patenteadas pela empresa na produção de aparelhos celulares. Uma das semelhanças é a inclusão da função de enviar fotos por e-mails.

O professor foi uma das primeiras testemunhas da Samsung, após a empresa concorrente acusá-la de violar suas patentes. Isso teria acontecido antes da introdução do iPhone no mercado, em 2007.

As duas organizações que mais controlam o mercado do ramo de celulares concorrem em uma disputa pelas patentes, na busca pela liderança no mercado de smartphones e aparelhos dessa nova geração.

A Apple cobra uma dívida financeira e a proibição da venda dos aparelhos da Samsung, a qual acusa de plagiar o design e as características dos iPads e iPhones.

Já a empresa coreana afirma que a Apple violou suas patentes, inclusive algumas de suas tecnologias sem fio (wireless).

Por Tadeu Goulart

Fonte: Reuters


Com o lançamento dos novos smartphones, as disputas judiciais por quebra de patentes se intensificam cada vez mais. Dessa vez, a Apple venceu mais um processo judicial contra a Samsung e o seu Galaxy Nexus.

A decisão da juíza Lucy Koh indicou que pode ser que a Maçã consiga provar no tribunal que o aparelho da sul-coreana em parceria com o Google viola não só a patente de recursos de voz e pesquisa, mas na verdade mais três outras.

A liminar sentencia uma multa de US$ 95,6 milhões para a Samsung, que recorreu da decisão. A próxima audiência provavelmente definirá qual será a situação judicial sobre a quebra das patentes. Para piorar a situação da fabricante do Galaxy S3, na última semana de junho outra decisão judicial sentenciou a suspensão das vendas do Galaxy Tab 10.1.

Conforme um porta-voz da Apple, a empresa se sente prejudicada pelas “cópias” que a Samsung realiza, principalmente com relação ao iPad e ao iPhone, desde a interface e o design até o hardware. Além disso, o porta-voz afirma que a Maçã quer proteger a sua propriedade intelectual no desenvolvimento de dispositivos e por isso luta na justiça para garantir os seus direitos. Enquanto isso, o Google se mostrou desapontado com o acontecido, mas acredita que a decisão correta ainda surgirá.

O argumento utilizado pela Samsung é que o aspecto de reconhecimento de voz da Siri contribui apenas para o interesse dos usuários do iPhone 4S, porém a Apple afirma que a sua patente 604 (tratada no processo) é essencial para o funcionamento desse tipo de serviço.

Por Guilherme Marcon





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