Aplicativo multiplataforma que permite a troca de mensagens pelo celular sem custo algum, o WhatsApp Messenger está disponível para diversos smarthphones (iPhone, BlackBerry, Android, entre outros). Além das mensagens básicas, é possível criar grupos, enviar mensagens com imagens, vídeos e áudio. 

Talvez, a popularização do WhatsApp deva-se não somente à sua gratuidade, mas ao seu leque de possibilidades simples e variadas. E, sendo um aplicativo que alcançou em 2013 milhões de usuários ativos, e bilhões de mensagens enviadas e recebidas por dia, não surpreende a ESET ter identificado uma nova ameaça que o utiliza como um "canal" para roubar informações pessoais e dados bancários.

Fornecedora global de segurança, a ESET visa proteger contra ameaças virais virtuais. Fundada em 1992, está situada em Bratislava (Eslováquia) e possui escritórios de coordenação em Londres, Praga, Cracóvia, São Paulo, México, etc, sendo a empresa líder em testes de detecção, pois foi a que obteve mais menções no setor.

Pesquisadores do laboratório ESET América Latina (o qual opera a partir de Bueno Aires, e busca responder a demanda local no que concerne à investigação e descoberta pró-ativa de ameaças virtuais) identificaram "Zeus", ameaça virtual popular que tem utilizado o sucesso do WhatsApp para disseminar um e-mail que simula uma mensagem de voz do aplicativo, bem como um arquivo comprimido na mensagem, intitulado "Missed-message.zip".

Assim que o descompacta, o usuário ativa um arquivo executável de mesmo nome. Ele é um dropper, arquivo aparentemente inofensivo, mas que descarrega outras ameaças. E, é por via dessas, que as informações dos usuários são absorvidas e manipuladas. Para mais detalhes sobre o processo, acesse aqui.

Vale recordar que esse é o segundo golpe utilizando o WhatsApp somente numa semana. O anterior prometia instalar o aplicativo em PCs, quando, na realidade, colocava um cavalo de tróia com o mesmo objetivo de "Zeus".

E o que fazer a respeito?

O ideal é evitar o download de arquivos não-confiáveis, provindos de desconhecidos; e possuir, é claro, um antivírus eficaz e eficiente.

Mantendo seus dados seguros e bem protegidos, não há ameaças a temer.

Por Juciane Santana

WhatsApp

Foto: Divulgação


Quando se trata de vírus para smartphones já passamos por muita coisa: vírus simples que impedem o funcionamento de aplicativos comuns, apps maliciosos que enviam mensagens sem que o dono saiba, temos aqueles que coletam informações, e por aí vai. O problema é que como se não bastasse essa gama quase interminável nos últimos dias tivemos um novo vilão para os smartphones, principalmente aqueles cujo sistema operacional é o Android: o MouaBad.P. Um vírus específico para o sistema do Google que faz ligações sozinho.

O malware foi descoberto recentemente pela empresa de segurança Lookout. Basicamente ele é apenas uma evolução de outro já conhecido nosso, o MouaBad, que conseguiu enviar mensagens SMS. De acordo com as informações da companhia o MouBad P chamou a atenção não por sua “eficiência em aprontar “ com o usuário mas sim por que é a primeira vez que um vírus tem acesso a ligações. De fato isso nos mostra que um salto bastante importante na questão de variedade de vírus espalhados por aí.

Para piorar a situação o MouaBad.P entra em ação exatamente no momento em que o usuário do celular não está tão “ligado”. Ou seja, ele aproveita os momentos de inatividade do aparelho como, por exemplo, quando você estiver dormindo. As ligações feitas pelo dito cujo não são para qualquer número. Ele escolhe “números Premium” para ligar, isso mesmo, exatamente aqueles que vão gerar receita para o programa. E não é só isso. Caso o usuário queira fazer uma ligação enquanto ele está em ação a chamada é cancela. Apesar de tudo as falhas existem. Um exemplo disso é o fato de que o vírus não possui a capacidade de alterar  o histórico de chamadas do aparelho. Caso o usuário resolva dar uma olhada no registro rapidamente irá perceber que tem algo errado.

A parte “boa” disso tudo é  que o MouaBad.P afeta uma fatia bastante restrita dos usuários. Ele só age em aparelhos com o Android 3.1 ou versão inferior a este e que funcione em regiões específicas da China. Outro detalhe é que como os números premium possuem uma certa variação de um país para outro é bastante improvável que ele se espalhe para outras regiões do mundo.

Por Denisson Soares

MouaBad.P

Foto: Divulgação


Um Relatório divulgado pela G Data mostra que o Android não é tão seguro quanto os usuários pensam. Segundo o relatório, o sistema operacional do Google é o principal alvo de ameaças e as coisas só pioram. Já que é esperado um volume 3 vezes maior de malwares até o fim de 2013.

O SO parece ser o preferido de criminosos. Para se ter uma ideia, nos primeiros seis meses de 2013, mais de 520 mil variantes de programas danosos ao aparelho e ao usuário foram criados. São várias possibilidades de ataque ao sistema operacional mais usado no mundo. São mais de 1 bilhão de aparelhos suscetíveis a ataques.

Os malwares não só estão mais volumosos, como também mais perigosos. Segundo a G Data, os cavalos de Tróia criados para Android estão mais inteligentes e difíceis de serem identificados, com capacidade de se esconderem de antivírus.

A empresa de soluções e proteção, G Data, registrou exatamente 519.095 malwares em 2013. O que representa um aumento de 180% em comparação ao segundo semestre de 2012. Os cavalos de Tróia foram os que mais cresceram, registrando um aumento de 86%.

Por Robson Quirino de Moraes


Um vírus denominado Bad News, atacou o sistema operacional do Google, o famoso Android. Descoberto pela empresa de segurança Lookout, o vírus infectou 32 aplicativos da loja de aplicativos Google Play, e afetou mais de 200 milhões de dispositivos.

A ameaça simplesmente disfarça-se de rede de publicidade, e passa a exibir noticias falsas para divulgar outros aplicativos maliciosos. O vírus sonda o servidor de comandos do aparelho, e envia informações para o servidor, informações bastante importantes como o número do aparelho, MEI (número de série), entre outras informações.

O Google foi notificado quanto ao problema pela empresa Lookout, e removeu todos os aplicativos infectados, juntamente com seus desenvolvedores.

Vários aplicativos, aparentemente inocentes como walpapers, jogos e dicionários, traziam as falsas publicidades do Bad News. Ainda não se sabe se todos os desenvolvedores dos aplicativos em questão faziam parte do esquema para alastrar o vírus, ou se eles foram enganados acreditando se tratar realmente de um simples programa de publicidade.

Foram encontrados servidores do malware na Alemanha, Ucrânia e Rússia, mas a empresa Lookout esta trabalhando para a queda destes servidores.

A Lookout ainda orienta aos usuários que para se manterem seguros é necessário sempre se atentar a pequenos detalhes, mas que podem fazer a diferença, como checar se nas configurações do sistema, quando a instalação de aplicativos está demarcado a opção de instalar apps de “fontes desconhecidas”, desta forma é mais difícil que aplicativos maliciosos possam ser instalados sem que o usuário perceba. E também orienta quanto à utilização de antivírus para aparelhos móveis.

Por Francine Cardoso de Araujo


Não é à toa que os ataques, malwares e vírus feitos para o Android vem aumentando. Um exemplo é o Android.PJapps, um trojan que infecta aplicativos no smartphone de maneira semelhante à dos vírus para PC, e permite que crackers controlem o aparelho remotamente.

E para se proteger, algumas dicas devem ser seguidas. Um delas é sempre baixar aplicativos de fontes confiáveis como o Android Market. Por padrão o Android não permite que se instale app de fontes externas, então não altere essa opção. Na hora de baixar um aplicativo verifique os comentários dos usuários. Veja se há reclamações sobre a app.

No caso de empresas, não permita que o aparelho se conecte à rede da empresa. Outra dica é ficar atento às permissões que o aplicativo solicita ao ser instalado. Se elas forem exageradas, não o instale. E, por fim, ter um antivírus instalado no smartphone Android é essencial.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: IDG


O computador é um recurso utilizado pela grande maioria da população brasileira, muitas pessoas o utilizam para trabalhar, estudar e se divertir, no entanto, esses aparelhos são muitas vezes invadidos pelos vírus, que circulam pela Internet. Porém o computador não é o alvo preferido dos vírus, os celulares também são.

Vírus se espalham pelos celulares através de mensagens de SMS e do dispositivo bluetooth, danificando o seu aparelho celular. Todavia não convém instalar um antivírus no seu aparelho celular, visto que os vírus atacam preferencialmente computadores, e quando o vírus quer “instalar-se” no celular, ele envia uma pergunta se você aceita o dispositivo.

Os vírus se tornaram pesadelo  para os computadores, esperamos que ele não se torne um pesadelo para os celulares também.

Por MS





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