Apple lançou novo sistema de segurança na nuvem



Não é de hoje que as grandes empresas apostam suas fichas em segurança. Casos como o vazamento de senhas da Sony, em 2011 com o Playstation 3, ou com a recente falha na segurança do Twitter que divulgou uma lista de usuários e senhas, fazendo com que a empresa perca mais que usuários, despencando na credibilidade pública e empresarial.

Mas não são apenas os aparelhos de videogames ou grandes redes sociais que apostam nesta nova tendência. Os smartphones também são vítimas de fraudes e roubos, requerendo assim maior cuidado das empresas.



O Android, do gigante da web Google, foi o primeiro sistema operacional a implantar em suas funções uma checagem de segurança na ativação do aparelho. Com ele, é necessário ter uma conta no Gmail para veicular seu smartphone, poder bloqueá-lo à distância e acessar suas informações básicas. A possibilidade de colocar senhas em arquivos e aplicativos também é nativa no sistema operacional.

O Ubuntu, que recentemente anunciou sua ida ao mercado de telefonia móvel, já divulgou que seu sistema de segurança será dos melhores – e mais prático. Sem burocracia para defender suas informações.

Até o momento tudo que a Apple tinha era apenas um sistema de senha para acessar o smartphone, mas nada para defender os arquivos pessoais em nuvem, com o seu sistema iCloud. Mas isso mudou.



Esta semana a empresa ativou a verificação em dois simples passos aos usuários. A medida, no entanto, não é obrigatória. Está disponível no App Store o aplicativo chamado “Find My iPhone” que, após instalado, exibe um código de verificação que é necessário ser digitado no site antes que alguma informação do iCloud seja acessada ou alterada via um computador.

O erro, no entanto, está na demora da liberação do acesso: após digitar o código, a Apple pede três dias de espera para verificar sua conta, indo contra a função básica dos arquivos em nuvem: acessibilidade e praticidade aos arquivos em qualquer local.

Por enquanto a função está disponível apenas para os Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Irlanda e Nova Zelândia. A Apple não informou se, ou quando, a medida será disponibilizada em outras regiões.

Por Diego Piovesan



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