Recentemente foi divulgado uma pesquisa realizada em parceria conjunta entre as empresas IBOPE e Target Group Index (TGI). A pesquisa foi feita com o objetivo de conhecer alguns dos hábitos apresentados pela população brasileira em relação ao mundo real e ao mundo virtual.

De acordo com os dados levantados pelo estudo, a TV ainda continua sendo o meio de comunicação mais popular e de maior audiência no país.  Os números apresentados revelam uma parcela de 92% de usuários que preferem assistir por meio do aparelho convencional e não por meio do computador.

Segundo informações divulgadas pelo site eMarketer o relatório em questão revela que apenas 6% das pessoas fazem o uso de seus de dispositivos ( tablets, celulares e computadores) para assistir televisão via internet. Os números apresentados no Brasil são basicamente os mesmos apresentados em outras regiões da América Latina.

Um fator interessante de ser observado é que mesmo existindo a resistência para a migração de aparelhos que operam offline para dispositivos conectados o número de pessoas que preferem usar a TV e o celular ao mesmo tempo vem crescendo. De acordo com a pesquisa cerca de 32% de usuários tem esse hábito. Ou seja, assistem TV e usam seus dispositivos para acessar a internet simultaneamente.

Um ponto curioso apresentado pela pesquisa é que certos meios de comunicação considerados já ultrapassados aparecem na lista dos mais usados. Um exemplo é que 22% dos entrevistados disseram que lêem o jornal enquanto assiste TV e outros 18% que navegam na internet em dispositivos ouvindo rádio.

De qualquer forma existe a previsão de que a tendência apelidada de segunda tela cresça no país nos próximos anos. No mês de maio deste ano a Ericsson, havia publicado um estudo que mostrou que 59% dos usuários de internet de banda larga usam sim os aplicativos de seus celulares para fazer uma pesquisa em relação a algo que estão vendo na TV.

Em uma escala mundial a população brasileira fica apenas atrás da Irlanda e da China na questão do uso das duas telas. Isso não é de se estranhar quando levamos em consideração como a popularização de smartphones, tablets e afins ocorreu por aqui.

Por Denisson Soares

Foto: Divulgação





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