O avanço da tecnologia, sobretudo no mercado mobile em franca ascensão, exige cada vez mais de baterias e recursos para manter os aparelhos ligados durante longos períodos de tempo.

As baterias elétricas na maior parte do tempo são úteis e as mais difundidas. Porém, é comum ouvirmos reclamações dos usuários sobre o pouco tempo disponível nas baterias (uma bateria de smartphone avançado dura em média entre 5 e 6 horas). Assim, qual seria a melhor forma de aproveitar nossos aparelhos, em todo o seu potencial, durante bastante tempo?

Uma solução prática adotada por alguns fabricantes de celulares e smartphones são os protocolos para o uso de energia da bateria. Através de comandos pré-programados, o usuário pode ajustar seu aparelho para utilizar recursos que gastem menos bateria. Por exemplo, o modo “apenas mensagens SMS” bloqueia boa parte das opções do aparelho, permitindo a troca de mensagens de texto com outros celulares. Existem ainda várias opções, mas que ainda restringem a usabilidade dos aparelhos, atrasando o inevitável.

A saída alternativa para este impasse sobre bateria são as energias alternativas. Hoje em dia, muitas startups e grandes empresas investem em novos métodos de captação de energia, seja para inovar no mercado, seja para baratear custos.

O maior expoente no ramo de gadgets é a energia solar. Existem diversos projetos para utilização dos raios solares como captadores de energia. Um deles é a EarthTechling e seu stand para tablets, smartphones e celulares. Outro projeto bem conhecido (e intencionado) é promovido pelo estudante de tecnologia de Harvard, Jeffrey Manfield, chamado de Taking Care: através de aparelhos Android capazes de captar energia solar com a tecnologia de placas solares, o estudante pretende levar oportunidades de comunicação na região amazônica, muitas vezes esquecida pelas grandes empresas.

Além da energia solar, há iniciativas que exploram energia cinética, eólica, e até mesmo através de água!

As alternativas de hoje em dia permitem grandes possibilidades para o avanço da tecnologia, basta as empresas saberem utilizá-las de maneira correta, dinâmica e consciente.

Por Willian Gonçalves





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