Smartphone é muito resistente e foi desenvolvido para atender o mercado empresarial.

A MWC (Mobile World Congress) deste ano que aconteceu em Barcelona, na Espanha, veio trazendo as mais novas novidades do mercado mobile por parte das grandes empresas do mercado, entre elas, a respeitada Panasonic. A empresa apresentou na conferência um smartphone bem diferente do que estamos acostumados a ver no mercado atual.

Trata-se do Toughpad FZ-F1, novo smartphone da empresa, com Windows 10 e que conta com uma resistência enorme às mais diversas situações do cotidiano, tendo como grande foco, não o usuário comum, mas sim, aqueles que trabalham em serviços arriscados e que podem acabar perdendo seu smartphone durante um dia de trabalho.

O foco do aparelho são empresas interessadas em comprar o dispositivo e oferecê-los a seus funcionários, custando um elevadíssimo preço de US$ 1.599, ou R$ 6.290 na conversão atual do dólar, ainda desconsiderando os impostos da transação.

Se por um lado o preço é extremamente elevado e as características, inclusive visuais, fogem do comum, o smartphone deve agradar bastante o mercado que tem como objetivo, já que conta com uma garantia de 3 anos contra adversidades que podem vir a acontecer no trabalho, como quedas, para dar maior segurança aos usuários que certamente não usarão o dispositivo em casa, mas sim em locais onde o risco de se perder o smartphone em um desses casos, é enorme.

Mostrando claramente sue foco, o smartphone da Panasonic conta com até mesmo um leitor de código de barras, com design fortalecido e adaptado para que os usuários possam usar o dispositivo com segurança e conforto em seu ambiente de trabalho, lentes grande-angulares, além de certificado de resistência contra água, poeira, quedas de até 2 metros, além de chuva, altitude e até mesmo, congelamento!

A empresa não anunciou a data exata de lançamento, mas garantiu que o smartphone chega no segundo trimestre deste ano em alguns países selecionados. Nada foi mencionado sobre o Brasil, tendo em vista ainda que o altíssimo preço deve prejudicar a comercialização do mesmo por aqui, embora seja até possível em casos de empresas petrolíferas nas quais o custo não teria um grande impacto nas finanças.

O smartphone conta com uma tela de 4,7 polegadas HD, ultra-sensibilidade com o uso de luvas por parte do usuário e com a possibilidade de reconhecer o toque mesmo quando a mesma estiver molhada e vidro resistente. O aparelho ainda conta com 2GB de RAM, chipset Snapdragon 801 com 2.3 GHz,  16GB de armazenamento interno expansível por microSD, bateria que conta com 3.200 GHz e o Windows 10 IoT Mobile Enterprise. O dispositivo ainda conta com uma câmera principal de 8 megapixels e frontal de 5 megapixels.

Por Isis Genari

Panasonic Toughpad FZ-F1

Foto: Divulgação


Realmente, ao que parece, a fabricante canadense de aparelhos BlackBerry não deve durar muito tempo. Desde 2008 a empresa vem sofrendo para recuperar o mercado perdido, mas não apresenta sinais de melhora.

Após perder cerca de 94% do seu valor de mercado, a empresa já despediu 40% da sua força de trabalho e suas últimas investidas no SO BlackBerry 10 não deram resultado, o que obrigou a companhia a remover seus aparelhos das lojas do mundo inteiro.

De acordo com a agência Reuters, a empresa está aberta a receber propostas de possíveis compradores que estejam interessados. Recentemente foi divulgado que o grupo Fairfax Financial, especializado em negociações de risco, estaria interessado em adquirir a empresa por cerca de 4,7 bilhões de dólares.

Segundo fontes ligadas ao próprio conselho de acionistas da companhia, empresas como Google, Intel, LG, Samsung e Cisco estariam interessadas em adquirir patentes e outras tecnologias da canadense. A expectativa é de que até o final de novembro algum negócio seja fechado.

A BlackBerry anunciou que estaria fechada para o mercado até que pudesse achar uma maneira de contornar a situação complicada pela qual vem passando.

Outro problema que a BlackBerry terá que enfrentar é a acusação de um grupo de acionistas que afirmam que foram enganados com falsas promessas da companhia. De acordo com informações dos processos, eles foram levados a acreditar que a empresa estava forte no mercado e tiveram prejuízos com a queda do valor da companhia.

Por Ebenézer Carvalho





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