Anatel aprovou uma nova operadora para atuação no Brasil, aumentando assim as possibilidades de escolhas dos usuários.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) tem como objetivo efetuar regulações no domínio de telefonia, garantindo aos usuários os seus direitos para protegê-los, usando assim um conjunto de regras já estabelecidos que se aplicam em todas as empresas de telefonia.

É verdade que, mesmo diante das centenas de requisitos para se conseguir a homologação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), ainda assim milhões de usuários de telefonia móvel, estão insatisfeitos com a qualidade dos serviços prestados por certas operadoras, pelo não cumprimento de acordos feitos com o cliente ou, às vezes, o seu não contentamento se dá pela baixa qualidade do serviço prestado, desde a lentidão permanente da internet até as cobranças indevidas de serviços não solicitados pelo consumidor.

Há centenas de exemplos de regras importantes que devem ser cumpridas. Uma delas é que não se deve haver cobranças alheias de um serviço que não tenha sido autorizado pelo consumidor. Muitas vezes as cobranças são contínuas e quase imperceptíveis quando se trata de interatividades não solicitadas. Mas, felizmente, graças a regras trazidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), se tem a oportunidade de contestar essas cobranças indevidas e solicitar a devolução do valor, ou dos valores cobrados.

Mais uma vez cresce a esperança dos brasileiros com uma operadora de telefonia móvel nova no mercado, que promete sanar problemas quando os mesmos surgirem de maneira prática e rápida, além de oferecer serviços de magnífica qualidade. Portanto, mais uma vez a agência (Anatel) que trabalha em conjunto com a Polícia Federal, aprovou uma nova operadora no Brasil, aumentando assim as possibilidades de escolhas dos usuários.

Estabelecida desde 1996, a America Net vem, há mais de 20 anos, beneficiando 15 escritórios com o serviço de telefonia fixa em 8 Estados brasileiros. Atualmente, após alguns investimentos financeiros proporcionados em milhões de reais, a empresa foi aprovada pela Anatel para prestar serviços de telefonia móvel. Com todo esse investimento ela espera crescer pelo menos 40% em 2018.

A empresa continua com o foco inicial no mercado corporativo e, além disso, tem a expectativa de fazer com que contratação de seus serviços seja ágil e prático por conta de uma plataforma de autoatendimento.

Mesmo no ano de 2017, que foi explicitamente visto como o ano da crise econômica, a America Net conseguiu um crescimento de cerca de 42%. Isso se deu pelo fato dos seus concorrentes terem diminuído os custos. Assim, com essa desaceleração, a America Net teve a oportunidade de obter mais clientes e dar um salto a mais no mercado, visto que trabalha com custos supercompetitivos. A mesma promete planos acessíveis que permitem tanto o acesso à internet, o envio de SMS como também o tráfego de voz local e a distância. Ela possui uma rede de fibra óptica própria facilitando uma conexão muito mais rápida. Afinal de contas umas das queixas comuns observada que se tem entre os usuários é a deficiência no acesso à internet. Possuir esse novo modelo de rede é um investimento que se tem um retorno certo a longo prazo, visto que atualmente a conectividade é um dos serviços mais requeridos pelos usuários.

É possível contratar planos mais acessíveis a partir de R$ 39,99, além de muitos outros com mais comodidade variando com o valor máximo de R$ 199,90 mensal. Cada cliente pode analisar o plano que mais se adequa às suas necessidades diárias para contratá-lo.

Portanto, se tem desde já, a oportunidade de experimentar os serviços dessa nova operadora móvel que promete não decepcionar seus usuários, com serviços de qualidade para atender à grande demanda do seu novo público.

Por Ingrid Santos Cortes

America Net


Furto de aparelhos aumenta a cada dia, mesmo com Anatel simplificando o bloqueio para celulares roubados.

A Anatel recomendou no mês de março deste ano que usuários que tivessem seus aparelhos de celular roubados entrassem em contato diretamente com as operadoras responsáveis e informassem o número da linha para efetuar o bloqueio do chip e do aparelho. A medida visava simplificar o processo de bloqueio do aparelho, que anteriormente só podia ser feita tendo em mãos o número de série (IMEI) do aparelho, o que fazia com que muitos usuários não registrassem o bloqueio, por falta de informação sobre como obter o número.

Acontece que mesmo com a recomendação da Agência, o número de furtos e assaltos a pedestres e lojas e as posteriores revendas de aparelhos roubados no mercado paralelo não sofreu queda. Os criminosos possuem avançada tecnologia, que permite que mesmo os aparelhos bloqueados através do número do IMEI consigam ser recuperados e revendidos naturalmente. E o serviço de desbloqueio também é oferecido de forma muito comum em alguns centros comerciais do país.

O que alimenta esse tipo de crime é justamente o comércio ilegal de aparelhos, que pode ser encontrado facilmente nos grandes centros urbanos do país. A polícia recomenda a população que não compre aparelhos em comércios de ambulantes e de procedência duvidosa, principalmente se este estiver muito abaixo do preço do mercado.

A polícia informa ainda que os usuários que compram celulares roubados também podem responder um processo criminal, sob a acusação de crime de receptação, que prevê pena de 1 a 4 anos de reclusão.

Parece que a velha mania do jeitinho brasileiro pode não terminar bem para algumas pessoas. É preciso que o combate ao crime de roubo de aparelhos seja duramente ampliado, mas também há a necessidade de colaboração da população, para que não haja maior incentivo para os criminosos.

O comércio ilegal de celulares, além de levar insegurança à população, que fica à mercê de bandidos cada vez mais violentos, também afeta as lojas que comercializam os aparelhos de forma legal. Com o aumento dos roubos e furtos, as lojas que comercializam aparelhos celulares legalmente acabam tendo que investir mais em segurança e o preço das medidas de prevenção é repassado ao consumidor final, com preços mais altos.

Quem compra celulares roubados, contribui para a violência e para o aumento dos preços dos aparelhos legais, além de correr o risco de responder legalmente por um crime previsto na lei. Definitivamente o barato pode sair muito caro.

Rodrigo Silva


A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações determinou uma série de mudanças nos serviços de TV por assinatura, telefonia móvel, fixa e de internet banda larga para beneficiar os clientes das operadoras. São providências a uma gama de questionamentos dos clientes acerca dos serviços prestados, sobretudo que visam proteger o consumidor. Atualmente, há um grande número de reclamações dos usuários, que sofrem com o mau atendimento e também a má fé das prestadoras.

Começa pelos questionamentos quanto a cobranças indevidas, que terão até 30 dias para dar uma resposta ou resolver o problema quando o usuário alegar cobrança indevida. Caso a prestadora não se pronunciar terá de corrigir a fatura automaticamente ou devolver os valores cobrados indevidamente em dobro. Outro ponto positivo diz respeito ao cancelamento dos produtos e serviços, que atualmente pode demorar vários dias. De acordo com as novas regras, as prestadoras devem oferecer, obrigatoriamente, o cancelamento automático dos serviços, diretamente no autoatendimento.  Dessa forma, não será necessário falar com um atendente, pois será possível cancelar também pela internet. A prestadora tem até dois dias depois da solicitação para confirmar o pedido.

As promoções também serão válidas para todos os assinantes e não somente para os novos, como ocorre com diferentes serviços oferecidos. Todos os clientes terão as mesmas condições, independente do período que está vinculado à prestadora.

Os créditos dos celulares pré-pagos também possuem novas regras, no que diz respeito a validade dos créditos. A partir de agora, as prestadoras não podem vender créditos com validade inferior a 30 dias e a regra que se eles espirarem deverão ser inseridos novamente quando o usuário fazer uma nova recarga.

O atendimento também será priorizado, principalmente nas ligações efetuadas para o SAC das empresas, que a partir de agora não podem cair antes de ser informada a solução. Caso isso ocorra, a prestadora terá de retornar as ligações. E isso irá valer para todas as empresas de telefonia e TV por assinatura. 

Por Robson Quirino de Moraes

Anatel

Foto: Divulgação


O MPE/TO – Ministério Público do Tocantins abriu uma ação civil pública contra a prestadora de telefonia móvel TIM Celular S/A devido aos serviços prestados pela empresa multinacional. Segundo a Promotora de Justiça que avalia o caso, a titular da 5ª Promotoria de Araguaína, Araína Cesárea D'Alessandro, é nítido o serviço de péssima qualidade da empresa, com sinal intermitente, sobretudo para fazer e receber ligações.

O pedido do MPE destina-se ao abatimento de metade dos valores cobrados pelos serviços dos planos pós-pagos da empresa e concessão de créditos aos clientes que possuem celulares pré–pagos na cidade de Araguaína. Além disso, é exigido da empresa o pagamento de indenização por danos materiais e morais que os consumidores sofrem, devido à má prestação de serviços e ao atendimento prestado

A promotora informou que o MPE possui informações dadas pela CPI da Telefonia da Assembleia Legislativa do Tocantins e que Inquéritos Civis públicos foram instaurados contra as principais prestadoras de telefonia do país: OI, VIVO e Claro serão investigadas quanto a venda e prestação dos serviços, gerando uma Ação Civil Pública contra as empresas.

Ainda será levado em consideração o número de reclamações junto ao Procon do Estado do Tocantins entre o período de 01/01/2005 a 15/06/2011, em que mais de 400 reclamações individuais foram registradas contra a TIM Celular S/A, o que motivou a abertura de reclamação coletiva contra a companhia.

Esta não é a primeira vez que a TIM é notificada, contudo não é só ela quem deve dar explicações. A própria Anatel, que se mostrou conivente com a ação das prestadoras, foi solicitada a tomar providências para garantir a melhora na prestação de serviços da prestadoras, que pode até ser suspensa de habilitar novas linhas. A medida foi revogada quando a empresa apresentou um plano de investimentos que não se mostrou eficiente, tendo em vista a atual situação.

Por Robson Quirino de Moraes


3,1 milhões de unidades é a diferença que separa o mais vendido, os chamados feature phones (aparelhos convencionais) dos smartphones, no Brasil. Os números vêm da IDC: são  26,4 milhões de unidades contra 23,3 milhões de unidades de smartphones no primeiro trimestre deste ano.

No terceiro trimestre do ano, entretanto, a venda de smartphones tem crescido, acrescentando dois dígitos aos números, enquanto que a venda dos feature phones tem caído.

Importante lembrar que  a IDC  se baseia nos números dos fabricantes para o varejo e operadoras ao invés de falar dos números divulgados pelas vias dos consumidores finais.  O que traz uma boa diferença entre os números divulgados pela IDC e pela ANATEL: 49 milhões e 700 mil  celulares chegaram ao mercado nos primeiros meses do ano. Segundo a Telecom, somente 11 milhões de novas linhas foram ativadas no país este ano. Uma quantidade razoável entre aparelhos vendidos e outro valor em estoques.

Leonardo Munin, analista de mercado da IDCBrasil, declarou ao site do IDC: “O que favorece a venda de smartphones é a  redução no valor do ticket médio para os dispositivos, os grandes fabricantes que atuam no Brasil já voltam quase todo o seu portfólio para este tipo de aparelho”. 

A Motorola aposta que até 60% do total de aparelhos vendidos no final deste ano sejam smartphones.

Outros ingredientes que aquecem as vendas deste tipo de aparelho são as novas marcas lançadas. Com as novidades de modelos e preços menores, como aparelhos com o sistema Firefox OS somando forças como o miolo Intel rodando o Android e Windows Phone. 

“Esta situação permitirá que a nova classe C brasileira entre de vez neste mercado o que poderá impulsionar mais as vendas dos celulares inteligentes”, diz Leonardo Munin.

Por Divarrah

Vendas de smartphones

Foto: Divulgação


Ligar para a Central de Atendimento de uma operadora de telefonia móvel para registrar um problema é algo tão desagradável que fez a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mudar algumas regras no ano passado. Essa é uma maneira de reduzir os problemas e, assim, trabalhar para a qualidade do serviço. No entanto, dentro desse parâmetro, quem se deu mal foi a Claro. A empresa passou do limite do número de reclamações estipulado pela agência no segundo trimestre deste ano.

A pesquisa é basicamente colocar um número de reclamações para cada mil usuários. A Anatel permite no máximo 10 reclamações para essa quantidade de pessoas. Mesmo assim, a Claro conseguiu 31 reclamações. Uma diferença bastante significativa. Atrás da Claro, mas com o nível desejado, ficou a Vivo com 10. A Oi e a TIM ficaram com 9 e 6, respectivamente.

Sem surpresas, a Claro já tem sido alvo de más notícias desde o ano passado quando descobriram que a companhia ultrapassava os números após a lei de melhoria desses serviços ser colocada em vigor. O objetivo principal dessas análises é melhorar o desempenho das empresas de telefonia móvel no Brasil, que recebem inúmeros processos no Procon a cada ano.

O que acontece com a empresa quando ela não está bem posicionada é receber multa. Até o final deste ano, a Anatel realizará um mapeamento para ter uma média geral desses quesitos. Ao término da pesquisa, as multas serão aplicadas para cada uma delas. O valor é em torno de R$ 50 mil. Os comentários após o resultado são de que a Claro provavelmente será sancionada. 

A empresa não se posicionou quanto às afirmações da dificuldade de atendimento à demanda de seus clientes. A empresa, desde sua criação, não foi muito bem aceita na região Sudeste do país e até o momento anda com o número de adesão por seus produtos baixo nesta área do mapa.

Por Jaime Pargan

Claro

Foto: Divulgação


As coisas andam difíceis para os usuários de internet móvel do Brasil. Segundo levantamento trimestral da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações apenas uma das quatro grandes operadoras conseguiu indicativo favorável quanto ao serviço. Embora as prestadoras tenham cumprido as metas quanto aos serviços de voz, as metas dos serviços de dados deixaram a desejar. Os dados divulgados no dia 22 de novembro fazem referências aos meses de maio a julho e possuem quatro indicadores, são eles: taxa de acesso à rede voz, taxa de sucesso nas conexões com a internet, queda de chamadas e quedas de conexão.

A meta estipulada pela Anatel para o serviço de internet móvel (2G e 3G) é de 98%, mas esse percentual não foi cumprido e as prestadoras alcançaram 96,2% no período. Isso ocorre principalmente pelo acesso 2G, que obtém apenas 96% do indicativo, enquanto o serviço 3G bate a meta, apresentando 98,8% do acesso.

Segundo o órgão, a meta de dados não leva em consideração se a tecnologia é 2G ou 3G, porém ela percebeu que o problema está na tecnologia 2G e sugere que os usuários passem a usar os chips 3G, melhorando o serviço e aumentando o indicativo das prestadoras. Se levar em consideração os serviços das empresas, somente a claro alcançou a meta de 98%, levando em consideração as duas tecnologias. Oi e Vivo mantêm 96% do acesso, enquanto a Oi não bateu a meta em nenhuma das tecnologias apresentando um percentual de 95% de acesso.

Nem tudo é ruim na prestação de serviços pelas prestadoras. A Agência estipula uma tolerância de 2% nas quedas nas redes de voz, contudo as empresas alcançam apenas 0,97% neste quesito. O acesso de voz deve ser de 95%, entretanto os indicadores foram de 97%, superando as estimativas do órgão. Outro indicativo foi respeitado pelas operadoras, trata-se da tolerância na queda da rede de dados que foi de 1,66%, abaixo da meta de 5% estipulada pela Anatel. 

Por Robson Quirino de Moraes

Internet móvel no Brasil

Foto: Divulgação


As prestadoras de telefonia móvel ficaram novamente aquém das expectativas e do plano de metas da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações. Por lei elas não são obrigadas a cumprir de maneira integral os contratos e parece que elas não desejam isso mesmo, tamanho o descaso com que tratam seus clientes. O relatório divulgado na sexta-feira, dia 25 de outubro, mostra que a banda larga móvel e fixa de algumas prestadoras não cumprem as metas.

Entre as fixas, Oi, NET, GVT, Algar e Sercomtel deixaram a desejar, enquanto as prestadoras de internet móvel Oi, Vivo e TIM também decepcionaram. As medições foram feitas em setembro e as prestadoras Claro, Sercomtel, Nextel e Algar na telefonia móvel ficaram dentro dos padrões e a Ajato e Cabo Telecom não apresentaram grandes falhas na telefonia fixa.

Os serviços das prestadoras foram avaliados nos Estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Alagoas, Bahia, Santa Catarina, Espírito Santo, Sergipe e Rio Grande do Sul. Em ambos os casos, foram verificadas as conexões de mais de 50 mil clientes permitindo a melhoria do serviço e a cobrança por parte da Anatel.

Banda larga

Foto: Divulgação

Entre os quesitos avaliados estão a velocidade média em determinado período, levando em consideração a velocidade da conexão quando o usuário está baixando algum arquivo, instabilidade na recepção de dados, perda de pacote de dados, transmissão de dados e outros itens. A medição da telefonia fixa foi feita por meio de voluntários, que se dispuseram a informar os dados à Agência. Já a medição da telefona móvel foi feita por meio de acompanhamentos da taxa de transmissão com download e taxa de transmissão média, levando em consideração a velocidade instantânea do mês.

Segundo a Anatel as medições ocorrerão, inicialmente, no Rio de Janeiro e logo depois nos demais Estados listados acima. Os usuários que desejarem ser voluntários na medição da internet banda larga móvel, poderão fazê-lo no site www.brasilbandalarga.com.br, sem riscos de represália das prestadoras. 

Por Robson Quirino de Moraes


Quem estava ansioso pelo seu, agora não precisa mais. A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações já homologou os novos modelos do iPhone e autorizou o início das vendas dos aparelhos no Brasil. Todos eles chegam com a freqüência 4G nacional.

Ainda não foi divulgada uma data de estréia para os modelos no País. Mas, os documentos disponíveis no sistema da Anatel indicam que eles serão produzidos na fábrica da Foxconn em Jundiaí, no interior de São Paulo.

O iPhone 5C e o 5S funcionam na faixa dos 2600 MHz com tecnologia 4G/LTE, adotada pelo Brasil. Os modelos anteriores que operam na freqüência 4G chegaram com 700 MHz e a mantém até hoje. Sabe-se que a Anatel deve licitar somente com o desligamento da TV analógica.

Em relação ao preço, ainda não há confirmação da média de valor que os dois produtos terão no País. A grande expectativa é em relação à versão mais popular, o 5C, que chega todo fabricado em uma única peça de policarbonato. O 5S é feito de alumínio de alta qualidade com bordas chanfradas e chega pela primeira vez com um chip A7 e uma arquitetura de 64 bits, jamais encontrada em um smartphone.

Por Jaime Pargan


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou uma nova regulamentação para o serviço de Prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) fora da Área de Tarifa Básica – Atendimento Rural. A decisão ocorreu em reunião no dia 8 de agosto na sede da agência em Brasília.

O novo regulamento juntamente com o Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU) prevê a melhoria da estrutura a prestação da telefonia fixa em áreas rurais, sobretudo na área domiciliar, que ainda sofre com tarifas caras e serviço inferior ao ofertado nas grandes cidades.

Entre as medidas que estão previstas estão a criação de planos de serviço, pré e pós-pagos, tarifadas de acordo com a  Anatel. Outra medida é a obrigatoriedade das concessionárias de telefonia ofertarem planos em locais com uma distância de 30 km a partir das locais onde estão as sedes de municípios. Nas localidades com distância superior a 30 quilômetros, as prestadoras deverão oferecer planos aprovados pela Anatel.

Os planos ofertados terão, obrigatoriamente, que cobrir uma área com faixa de 451 MHz e de 461 MHz e de 461MHz a 468MHz pelas prestadoras que venceram o edital de banda larga urbana e rural (nº 004/2012/PVCP/SPV-ANATEL).

Por Robson Quirino de Moraes


A anatel divulgou os dados de vendas de telefonias e linhas ativas de fevereiro. Embora haja um aumento no número de novas linhas ativas em comparação a Janeiro, os números se mantem muito inferiores ao mesmo período em 2012, registrando uma queda de 30% do último ano.

Nas telefonias, a TIM continua seu crescimento expressivo em relação a Vivo, ainda primeira colocada com 28,83% das linhas ativas no mercado. A TIM possui 26,88%. Em terceiro segue a Claro, com 25, 12% da parcela do mercado, e em quarto a Oi, com 18,83% de assinaturas.

O número de acesso via pré-pagos no último mês continua crescendo, com 211,14 milhões de linhas pré-pagas (80,27 %) e 51,90 milhões pós-pagas (19,73%). Já a banda larga móvel alcançou o número de 65,68 milhões de acessos.

Outro tipo de conexão que vem crescendo a passos largos pelos aparelhos móveis é o 3G. A Anatel contabilizou cerca de 65,68 milhões de terminais de acesso banda larga, seja para celulares ou para modems móveis.

Entre os que se destacam nestes números, estão a Nextel (que possui apenas o serviço 3G) com 9696 mil linhas ativas; a Porto Seguro, parceira da TIM, com 35.377 mil de linhas ativas; e a estreante no ranking Datora Telecom, com 1000 assinaturas de linhas.

A maior atualmente no mercado é a WCDMA, com 58.912.904 milhões de celulares com modem 3G ativo. A expectativa é de que este mercado em especial cresça nos próximos meses.

Por Willian Gonçalves


Sabe-se que a ANATEL, agência reguladora de telefonia no Brasil, já mandou a exigência para as concessionárias de que procedam com a instalação da rede 4G no Brasil.

Os serviços 4G já estão disponíveis em muitos smartphones, sendo necessária tal instalação para poder oferecer os serviços à grande quantidade de turistas que virá ao Brasil com a Copa das Confederações (2013) e Copa do Mundo (2014).

A rede 4G é um tipo de conexão de banda larga de alta velocidade para telefones móveis, já disponível quase na totalidade dos países desenvolvidos, mas ainda sendo implementada no Brasil. Aparelhos como iPhone, Galaxy, XPeria, entre outros smartphones mais consumidos, já possuem compatibilidade com o serviço.

Entretanto, as empresas avisam que não vão conseguir realizar a instalação de acordo com as metas estabelecidas pela ANATEL. Em algumas cidades, o prazo é até abril deste ano, restando, portanto, menos de dois meses para o término do prazo. As grandes empresas, como TIM, Vivo, Claro e Oi, afirmam que o prazo é demasiado curto, não havendo tempo para a instalação de novas antenas.

Enquanto isso, os maiores prejudicados somos nós, consumidores, que adquirimos um produto que é capaz de receber uma tecnologia cuja implantação é procrastinada pelas concessionárias.

Por Euclides Cesar Junior


As operadoras de telefonia lutam no Brasil para que a lei que discute o marco civil da internet seja aprovada.

O projeto está em votação no Congresso Nacional desde agosto de 2011 e já foi adiado diversas vezes.

Agora, as empresas buscaram o auxílio da Anatel e do Ministério das Comunicações para tentar destravar a liberação desta norma que, segundo elas, deve ser modificada para criar um novo modelo de negócio mais favorável às operadoras e não ao Google e Apple.

Toda esta discussão está relacionada com a publicidade na internet da qual, a maioria de suas receitas, ficam para Google e Apple.

Além disso, as empresas estrangeiras monitoram dados de seus assinantes e lançam aplicativos de sucesso que geram receita publicitária e aumentam a carga nas redes das teles que são pouco remuneradas.

Por Ana Camila Neves Morais


A Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – enviou solicitação para a Anatel e a Superintendência de Serviços Públicos um pedido de esclarecimento.

As dúvidas da associação se referem a listagens de bens reversíveis que estão sob o poder de concessionárias de telefonia.

De acordo com a Proteste a listagem dos inventários de bens reversíveis destas concessionárias no período de 1998 a 2005 está incompleta e por isso solicita que sejam publicizados dados sobre o backhaul com especificações sobre estas redes apresentando as que já existiam e as instaladas mediante o Decreto 6.424/2008.

Além disso, a Proteste está solicitando também informações pela Anatel sobre os atos adotados pelo órgão regulador para reverter a venda de bens reversíveis pela operadora Oi que foram feitos sem a autorização da agência em questão.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) divulgou dados sobre a satisfação dos usuários com as operadoras de telefonia.

Segundo o órgão federal, a TIM mantêm o maior número de reclamações com cerca de 3.500 clientes insatisfeitos três meses após a suspensão de serviços da empresa; apesar disso, as queixas diminuíram com relação à avaliação feita em julho.

Ao ser questionada sobre o assunto, a Tim informou que este foi o menor volume de reclamações da operadora registradas na Anatel desde agosto de 2011, sendo que a maioria das queixas diz respeito a problemas na rede de conexão à internet.

Por Ana Camila Neves Morais


O Nexus 4, fruto da parceria entre a Google e a LG, finalmente foi liberado para venda no Brasil. O smartphone está na lista de dispositivos que foram homologados pela Anatel, o que contraria todos os rumores que diziam que a Agência não aprovaria o aparelho e que por isso ele não iria ser comercializado no mercado nacional.

A Anatel ainda apresentou o manual, escrito em português, e algumas fotos do Nexus 4 que, segundo ela, foram liberados pela própria fabricante. O manual não revela nada demais sobre o aparelho e as imagens mostram o smartphone desligado e em vários ângulos.

Por enquanto não há nenhuma informação da fabricante sobre o lançamento do aparelho no mercado brasileiro,  já que a homologação da Anatel é somente um dos vários processos para que o aparelho chegue ao país. Porém, todos os fatos apresentados aumentam ainda mais as chances da chegada do Nexus 4 ao Brasil.

Para quem não sabe, o Nexus 4 foi lançado em novembro e conta com a versão Jelly Bean do Android, tela de 4,7 polegadas, memória RAM de 2 GB, processador quad-core de 1,5 GHz e câmera de 8 megapixels. A versão simples deste modelo é vendida no exeterior por apenas 299 dólares, aproximadamente 605 reais.

Por Felipe Santos Bonfim


Circula na internet um e-mail promovendo um novo aplicativo para celulares. A ideia dele seria incluir automaticamente o novo dígito para os números de celulares que funcionam em São Paulo. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a esta informação é falsa. A mensagem não para de chegar aos internautas desde a manhã desta última segunda-feira, dia 20 de agosto.

No e-mail, os usuários são influenciados a pressionar um botão na própria mensagem para fazer o download do aplicativo. Porém, ao clicar no link, o internauta é direcionado a um site suspeito, que baixa um arquivo para executar um malware.

A Anatel informou à imprensa que a mensagem é falsa e que os usuários não devem clicar em nenhum link dentro dela. A agência também pediu que quem receber o e-mail deve apagar imediatamente a mensagem para evitar futuros transtornos.

A mudança:

Desde o último dia 29 de julho, os números de celular da Grande São Paulo ganharam mais um dígito. Com nove botões para serem apertados, a agência previne alcançar o limite de números disponíveis no mercado. A medida afeta qualquer pessoa que tenha um contato com o prefixo 11.

Por Tadeu Goulart

Fonte: IG


A quarta geração da telefonia móvel já é um assunto debatido no Brasil. Nos dias 12 e 13 desse mês, a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) ofereceu, por meio de leilão, 273 lotes para que as companhias de telefones celulares possam oferecer essa nova tecnologia aos seus clientes.

Entretanto, o leilão não foi tão bom como esperado. Apenas 54 lotes foram disputados e adquiridos pelas principais operadoras de telefonia móvel do país. Dos R$ 3,85 bilhões esperados pela Anatel, foram arrecadados apenas R$ 2,93 bilhões.

Apesar da comercialização de apenas 20% dos lotes, o ministro das comunicações, Paulo Bernardo, afirmou estar satisfeito com o resultado: “Não é uma questão de olhar apenas quanto entrou no caixa. Estamos no meio de uma crise mundial, mas tivemos uma empresa de capital majoritário espanhol, que comprou um lote por R$ 1.050 bilhão, com obrigações de fazer também a internet rural. Isso mostra que o Brasil é visto como um país onde vale a pena investir. Ficamos bem contentes porque os lotes principais foram vendidos. Vamos agora ter pelo menos cinco competidores oferecendo 4G em todas as grandes cidades do Brasil. Isso é expressivo porque em poucos lugares do mundo há tantos competidores”.

O ministro ainda comentou que praticamente metade dos municípios brasileiros será beneficiada com a nova tecnologia. De acordo com ele, as empresas vencedoras terão que implementar a tecnologia dentro dos prazos estabelecidos, além de ampliar a cobertura do sinal 3G para os municípios que ainda não contam com essa tecnologia.

O 3G ainda é desconhecido para 50% dos municípios, que representam 20% da população nacional.

Para que os lotes remanescentes sejam comercializados, Paulo Bernardo informou que será necessária a aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU), mas que tal aval geralmente é concedido. Para ele, o preço mínimo do primeiro leilão poderia estar um pouco elevado, tornando inviável a participação de pequenas empresas, o que explicaria a comercialização de apenas um quinto do total de lotes disponibilizados.

Por Rodrigo Alves de Oliveira


Informações polêmicas, recentemente divulgadas por jornal de grande circulação, põem os brasileiros numa grande dúvida: até que ponto cada um de nós tem a efetiva – e distante – liberdade? De acordo com a publicação, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu início a investimentos num projeto que tem por escopo fiscalizar, por meio da rede mundial de computadores, as chamadas telefônicas móveis e fixas.

A justificativa preliminar da agência é de que pretende modernizar o monitoramento para cobrar das operadoras a execução das tão cobradas metas de qualidade. Com isso, a Anatel teria total acesso a informações fiscais com as chamadas realizadas e recebidas, incluindo data, horário das ligações, duração de cada uma, bem como valor dispensado por pessoas físicas e jurídicas.

A agência afirma, ainda, que esse monitoramento será feito somente após os consumidores autorizarem tal intento.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Band Online


Um dos maiores mercados de celulares em todo o mundo, o Brasil continua apresentando avanço nesse setor. Dados divulgados na terça-feira (21/12) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) revelam que o total de aparelhos móveis no país avançou entre outubro e novembro 1,59%, para 197,53 milhões de unidades operacionais.

No comparativo anual, por outro lado, a alta é ainda mais evidente, de 16,36%. De acordo com o portal R7, com esse resultado em posse ratifica-se a ideia de existir mais celulares no mercado em comparação ao número de pessoas, pois dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalam haver no Brasil, em 2010, 185,7 milhões de cidadãos.

No mês passado, quase 3,1 milhões de novas habilitações foram calculadas. A Vivo, uma das principais operadoras no país e pertencente, então, à Telefõnica, representou em novembro 29,8% do total no mercado, seguida pela Claro, com parcela de 25,55% no setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O segmento da telefonia móvel no Brasil tem crescido vastamente nos últimos anos, tanto que quase todos os brasileiros, numa média geral, possuem aparelhos celulares, desde adolescentes a idosos. Opções não faltam à população, tanto no que diz respeito às modalidades pré e pós-paga até operadoras disponíveis, como é o caso da Vivo, Tim, Claro e Oi.

Na medida em que o número de linhas se estende pela nação, aumentam também as reclamações contra as empresas responsáveis por gerir seus sinais. Por isso, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) dispôs um canal pelo qual a população pode contribuir à melhoria dos serviços, desde que o consumidor acesse um formulário online à Consulta Pública 27 – abarca também banda móvel.

No princípio desta semana a Anatel decidiu prorrogar para até dia 15 do próximo mês as opiniões a serem colhidas. Reportagem do Estadão acena que a CP nº 27 tem em um de seus textos aprovados o estabelecimento de metas de qualidade para o acesso móvel à rede mundial de computadores, não cerceado na regulamentação anterior, uma vez que o serviço na ocasião ainda não existia no Brasil.

O Comitê de Defesa dos Usuários de Serviços de Telecomunicações (CDUST) e a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor do Paraná (Procon-PR) foram os responsáveis pela solicitação e a estipulada prorrogação e publicada no Diário Oficial da União.

Por Luiz Felipe T. Erdei


1,2,3…Nesta simples contagem, mais três aparelhos celulares acabaram de ser habilitados no Brasil. A Agência Nacional de Telecomunicações, ANATEL, divulgou que 2.945.406 linhas de celular foram habilitadas somente no mês de maio. Ao todo, são 183.710.844 linhas habilitadas no país, 95.013 por dia.

Por maio contemplar o dia das mães, é provável que este número seja acima da média anual, devido ao grande volume de vendas de aparelhos celulares.

Acerca da tecnologia usada nos aparelhos, o GSM lidera com 162,2 milhões de aparelhos ou 88,3% do total. Em seguida, vem a WCDMA e CDMA, pois, segundo a ANATEL, 8,72% dos aparelhos do Brasil funcionam com estas tecnologias. Por fim, AMPS e TDMA concentram os 2,98% restante. De todos estes celulares, 82% são pré-pagos.

Por Camila Porto de Camargo

Fonte: Olhar Digital


Enquanto a Vivo impulsiona seu crescimento prometendo levar a rede 3G para cerca de 2932 municípios até 2011, Oi e Claro seguem sem cumprir as metas previstas pela Anatel e deixam de fora da rede 3G duas capitais da região Norte: Macapá e Boa Vista. A Oi também ainda não chegou à Manaus. O prazo para que todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes tivessem cobertura 3G terminou em Abril. Os dados são do Portal Teleco.

Além disso, as operadoras parecem ter parado no tempo. Exceto pela Vivo e pela TIM, quase não houve ampliação na rede 3G este ano. Enquanto a TIM ampliou sua rede 3G para mais 85 cidades, a Claro chegou a apenas 3 novas localidades. Já a Oi parece que parou no tempo, e não expandiu sua rede para mais nenhuma cidade.

Atualmente o alcance da rede 3G no Brasil é esse: Vivo com 600 cidades atendidas; Claro, com 396; Oi, com 168; e TIM, com 140.

Por Maximiliano da Rosa





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