iPhone 6 pode ter tela de Safira



  

iphone 6 com tela de safira!?

O mundo da tecnologia está alarmado com a mais nova e bombástica notícia sobre o IPhone 6.  Crescem rumores sobre o lançamentos de uma centena de IPhones da Apple com uma tela especial de safira, recarregável por meio de luz solar, com o objetivo de prolongar a vida útil da bateria do mesmo. Segundo se tem notícia o aparelho será dotado de células solares capazes de capturar a luz do astro-rei e transformá-la em energia para alimentar o aparelho. Fato interessante, pois o consumo de energia continua sendo um grande dilema quando se trata de smartphones.

Este aparelho já pode ser denominado o precursor de uma nova geração de smartphones que será dotado de um processador poderoso (quad-core A7) e rodará o Sistema operacional iOS7. Terá 4,7 polegadas de tela Full HD que unirá as tecnologias Sharp IGZO e Retina, além de outros recursos já conhecidos pelos modelos anteriores. A sua tela avantajada é uma estratégia da empresa visando disputar o mercado de modelos similares das concorrentes.

A Apple está usando de todas as medidas legais possíveis para proteger contra o plágio dessa nova tecnologia e registrou de imediato dos Estados Unidos uma patente da usada em sua tela safira. Uma cautela necessária e bem perspicaz, num setor onde a concorrência é tão acirrada, e onde qualquer vantagem é um passo à frente na conquista dos consumidores sedentos por novidades. E não é de hoje que a Apple tem tomado medidas assim visando à preservação do seu capital tecnológico.





A empresa não para por aí: anunciou investimentos em torno de US$ 10,5 bilhões no desenvolvimento de novas tecnologias no intuito de se manter na dianteira dos seus concorrentes no quesito que mais chama a atenção dos seus fiéis consumidores, INOVAÇÃO. Além da carga energética adicional de energia solar, já mencionada, outras novidades do IPhone 6 estão relacionadas ao seu estabilizador de lentes, desenvolvido pela própria empresa e o uso de metal liquido na fabricação do referido aparelho.

Édson Dassib



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